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As obras do novo Terminal Rodoviário de Barra de São Francisco seguem avançando dentro do cronograma previsto. As equipes da empresa responsável continuam atuando...

Presidente da Assembleia Legislativa do ES, Marcelo Santos ganha fôlego para senado ou vice

O presidente da Assembleia Legislativa (ALES), Marcelo Santos (União Brasil), afirmou em entrevista à coluna que com a recém-criada federação União-Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa (ALES), Marcelo Santos (União Brasil) e do deputado federal Josias Da Vitória (PP) mudaram de patamar em terras capixabas.

O mercado político já compreendeu que a Federação gerou um papel de protagonismo aos deputados nas eleições de 2026. Analistas avaliam que o perfil leve, articulador e fortemente presente nos municípios do interior permitem ao Marcelo Santos voos mais altos como uma possível vaga de vice-governador ou senador da república.

Quando questionado, o deputado e seus articuladores desconversam. Dizem que ainda é cedo para definir candidatura, mas que irão participar intensamente da próxima disputa eleitoral. Publicamente, em suas entrevistas, o deputado estadual tem afirmado que a federação representa uma oportunidade de alinhar esforços e fortalecer a atuação partidária.

“A federação nos permite remar sincronizados, mas seguiremos buscando parcerias para engrossar o caldo. Não seremos coadjuvantes. Estaremos no jogo, com voz e voto. Chegou a hora de dar a devida importância à federação”, pontua.

Marcelo Santos é amigo pessoal de Da Vitória e sempre fala com muito carinho e orgulho sobre o amigo que é o escolhido para presidir a federação no Espírito Santo. “É natural que Da Vitória assuma a liderança, já que o PP tem dois deputados federais, enquanto o União Brasil não elegeu nenhum. Se tivéssemos eleito, haveria espaço para discutir uma alternância”.

Marcelo Santos acredita que, agora como federação, será necessário garantir reciprocidade dos aliados: “Queremos apoio para montar nossas chapas. E o apoio do governo é importante nesse processo”, disse.


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