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ACSP fortalece aproximação de pequenos negócios das oportunidades geradas pelo agronegócio

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB)” target=”_blank”>Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), e a Sociedade Rural Brasileira (SRB)” target=”_blank”>Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, reforçou a importância dessa aproximação. Na avaliação dele, o desenvolvimento do agronegócio depende de uma atuação integrada entre os diferentes elos da cadeia produtiva, desde a produção até a industrialização e a comercialização.

 

“A partir do momento em que nós aprendemos a trabalhar como cadeia produtiva, em todos os nossos sistemas de produção, em momentos difíceis, nós precisamos nos unir, desde quem produz, quem industrializa, até quem comercializa”, disse.

 

Bortolozzo também destacou a parceria entre a Sociedade Rural Brasileira e a ACSP e defendeu que as entidades atuem de forma conjunta para aproximar os diferentes segmentos envolvidos na cadeia.

 

Ariel Mendes, integrante do Conselho do Agronegócio da ACSP, avaliou que a aproximação entre as áreas industrial, comercial e agropecuária representa uma estratégia de longo prazo. Para ele, a articulação pode gerar resultados tanto para o agronegócio quanto para os demais setores da economia.

 

A capilaridade do sistema associativista também foi destacada durante o encontro. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) reúne mais de 2,3 mil associações comerciais espalhadas pelo país. Em São Paulo, a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) conta com 420 associações.

 

A reunião teve como palestrante Plínio Nastari, presidente do Instituto Brasileiro de Bioenergia e Bioeconomia (IBIO) e CEO da Datagro, que abordou a contribuição dos biocombustíveis, especialmente do etanol, para a economia circular.

 

Nastari destacou que os efeitos econômicos do agronegócio ultrapassam a produção de alimentos e energia. Segundo ele, a industrialização das matérias-primas do setor contribui para movimentar comércio e indústria e para o desenvolvimento econômico de diferentes regiões do país.

 

“A renda gerada pela produção e pela industrialização das matérias-primas do agro tem sido fundamental para o desenvolvimento do comércio e indústria em todo o país, assim como para o desenvolvimento dos pólos regionais de desenvolvimento, que têm trazido progresso ao país. Então, mais do que energia e alimento, nós estamos falando de desenvolvimento e sustentabilidade”, pontuou Nastari.

 

Na apresentação, Nastari relacionou esse potencial a três desafios globais: segurança energética, segurança alimentar e emergência climática.

 

Renováveis representam quase metade da matriz energética brasileira

 

Na matriz energética brasileira, 49,5% da oferta interna de energia era proveniente de fontes renováveis em 2025, conforme os dados apresentados por Nastari. O percentual é superior à média mundial, de 14,5%, e à média dos países da
Imagem: Freepik

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