A mulher de 46 anos, encontrada morta dentro de casa na manhã de segunda-feira (7), feriado da Independência, próximo a uma fábrica de polpa de frutas na zona rural de Boa Esperança, no Noroeste do Espírito Santo, foi identificada pela polícia como Lenice Pereira Chagas. A informação é de Wilson Rodrigues, da Rede Notícia.
O corpo estava em decomposição, segundo a Polícia Militar. De acordo com a PM, familiares disseram que “a mulher morava sozinha e a última vez em que foi vista com vida foi no sábado”. O corpo estava em um quarto da residência. A reportagem ouviu de fontes policiais, com acesso ao exame perinecroscópico da perícia (que é a análise do corpo feita ainda no local) que não está descartada a linha de que a vítima possa ter sido assassinada, já que causou espécie, ou seja, estranheza, as condições com que o corpo foi encontrado. Não foi detalhado, no entanto, que circunstâncias seriam essas. As fontes disseram ainda que os laudos da perícia da Polícia Científica devem indicar com mais clareza a real causa da morte.
A Polícia Civil informou que o caso foi registrado como “encontro de cadáver” e o procedimento será encaminhado para a Delegacia de Polícia (DP) de Boa Esperança, que aguardará o resultado dos exames.
A Polícia Científica informou que o corpo da vítima foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML), em Colatina, onde passará pelo processo de necropsia e, depois, será liberado para os familiares.
A corporação explicou que “de acordo com a legislação, o prazo para a emissão do laudo pericial é de 10 dias, podendo este prazo ser prorrogado a requerimento dos peritos. Em situações que requerem exames laboratoriais, o processo pode levar mais tempo, especialmente quando são necessários exames de DNA (até 30 dias), exames toxicológicos amplos e exames histopatológicos, um procedimento laboratorial que envolve a análise microscópica de tecidos biológicos (entre 60 a 90 dias)”.











