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Homem morre ao bater carro em van de pacientes de hemodiálise

Um motorista de 27 anos morreu ao bater o carro contra uma van que transportava pacientes para hemodiálise, na madrugada deste sábado (17). O...

ES: torcedor do Flamengo tem mão dilacerada em acidente com fogos de artifício

 

O vidraceiro Cassiano Pereira Lima, de 27 anos, viveu momentos de pesadelo na tarde de domingo (29), instantes antes de começar o jogo entre Flamengo e Palmeiras pela Conmebol Libertadores. A informação é de Wilson Rodrigues, da Rede Notícia.

Ao soltar um foguete, o artefato explodiu em sua mão direita, que ficou despedaçada, no bairro Boa Mira, em Boa Esperança, no Noroeste do Espírito Santo.Wilson Rodrigues  conversou com ele em entrevista exclusiva.

“Foi no sábado, entre 17h20 e 17h30. Eu ia assistir ao jogo do Flamengo, tinha chegado na casa de um amigo nosso, tinha comprado duas caixas de foguete de doze tiros, e quando fui soltar um, foram alguns tiros do foguete pra cima, outro caiu na perna da minha namorada, e o último não saiu e explodiu na minha mão. Na hora que vi, a mão ficou pendurada, o dedão ficou pendurado, teve de amputar uma parte do dedão”, relatou ele.

“Eu saí correndo na rua, gritando, e um homem com uma Fiat Toro, que foi um anjo, passava no local e me levou para o hospital [no Centro da cidade]”, contou. Depois, ele foi transferido para o Hospital Estadual Roberto Silvares, em São Mateus. Segundo ele, o momento de alegria que se transformou em pesadelo só não foi pior porque o Flamengo foi campeão da Libertadores.

Ele revelou que, mesmo ferido, acompanhou o jogo pelo celular dentro da ambulância enquanto era socorrido. Explicou que precisou passar por uma cirurgia para reconstrução da mão e que ainda não tem previsão de alta médica, pois segue sendo observado de perto pelos profissionais de saúde. Segundo Cassiano, o problema estava no foguete, e não no manuseio do artefato, e fez um alerta.

“A gente vê na internet, na televisão… Depois que acontece com a gente, por mais que se veja, ‘ah, coloca num cabo de vassoura, numa estaca’, eu mesmo não recomendo para ninguém. Só de ter ouvido a cirurgiã falar que teria que reconstruir minha mão… Se não conseguisse reconstruir, teria de amputar. E ela falou… Eu posso colocar meu joelho no chão e agradecer a Deus. Os dedos ficaram todos pendurados”, disse.

Apuração feita em parceria com Romerito Sartório, da Rádio Notícia FM.

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