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Caseiro é morto a tiros dentro de propriedade em Nova Venécia

 

 

 

Polícia investiga morte de caseiro em Nova Venécia

Polícia investiga morte de caseiro em Nova Venécia

Um caseiro de 53 anos identificado como Wilson Pereira Marques foi morto a tiros dentro da propriedade rural onde trabalhava, em Nova Venécia, no Noroeste do Espírito Santo, na noite desta terça-feira (2). A informação é de Rosi Bredofw, TV Gazeta.

O crime ocorreu após a invasão do local por homens armados. Um trabalhador rural de 32 anos que também estava no local ficou ferido.

O delegado responsável pelo caso, Willian Dobrovosk, disse que o trabalhador rural foi rendida antes da morte do caseiro.

“Segundo relato, dois homens chegaram de moto, aparentando tranquilidade e perguntaram onde estavam as armas de fogo e se ele tinha armas. O trabalhador disse que não. Então, os suspeitos perguntaram sobre o caseiro. Esse trabalhador os acompanhou até a casa da vítima, na mira de uma arma de fogo”, contou Dobrovosk.

O trabalhador ainda disse para a polícia que foi forçado a chamar pelo caseiro, que estava dentro de casa.

Nesse momento, houve uma troca de tiros entre os suspeitos e Wilson, que também estava armado. O caseiro foi atingido e morreu no local.

O trabalhador rural tentou fugir, mas acabou baleado na perna. Depois do crime, os suspeitos fugiram levando a arma de Wilson.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou socorro ao baleado. O corpo do caseiro foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML) de Colatina.

O caso vai ser investigado pela Delegacia de Homicídios de Nova Venécia. Segundo a Polícia Civil, ainda não está claro se os criminosos foram ao local com a intenção de matar Wilson ou se o caso começou como um roubo que terminou em homicídio.

Durante à tarde da terça-feira (3), investigadores retornaram à propriedade para entender melhor a dinâmica do crime.

“As primeiras horas depois que um crime acontece são essenciais e a gente tem esse objetivo de, principalmente, conseguir dar uma resposta rápida”, afirmou Dobrovosk.

 

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