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Presa em Nova Venécia advogada suspeita de pertencer a organização criminosa

Uma advogada que era procurada desde maio, quando foi deflagrada a Operação Selati para cumprimento de mandados expedidos pela 3ª Vara Criminal de Viana/ES, foi presa na manhã desta terça-feira (8), no interior de Nova Venécia, onde estava escondida em um sítio na zona rural.

A prisão foi feita pela Força Inegrada de Combate ao Crime Organizado do Espírito Santo (FICCO/ES), em ação conjunta com o serviço de inteligência da Polícia Militar.

A investigada já havia sido presa anteriormente por envolvimento em um assalto milionário ocorrido em uma residência na Grande Vitória. Apesar da gravidade dos fatos, foi colocada em liberdade provisória e, posteriormente, passou a ser considerada foragida da Justiça, após descumprir medidas cautelares impostas pelo Poder Judiciário.

Na Operação “Selati”, deflagrada pela FICCO/ES no mês de maio de 2025, a advogada passou a ser apontada como uma das integrantes da organização criminosa que atuava com tráfico de drogas, comércio ilegal de armas, lavagem de dinheiro e segurança privada clandestina armada na região de Viana/ES e Cariacica/ES.

Na ocasião, fontes policiais confirmaram se tratar de uma organização com a modelagem das milícias cariocas e atuando a partir do município de Viana.

De acordo com as investigações, mesmo com o principal líder da organização preso, o grupo criminoso continuava a atuar com o auxílio de familiares e advogados que serviam como intermediários externos, repassando ordens e gerenciando ativos ilícitos.

O Poder Judiciário do Espírito Santo aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra os envolvidos na Operação Selati. Os réus agora responderão pelos crimes de organização criminosa armada, tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro e violação à legislação que regulamenta a segurança privada no Brasil.

A prisão da advogada representa o encerramento da fase de cumprimento dos mandados expedidos na operação e reforça o compromisso das forças de segurança com a responsabilização penal de todos os envolvidos, independentemente de sua condição profissional.

Na ocasiao, em maio, a operação foi deflagrada após a 3ª Vara Criminal de Viana/ES expedir um conjunto de medidas cautelares, incluindo sete mandados de prisão temporária, sete mandados de busca e apreensão domiciliar, além de sequestros de bens móveis e imóveis. Também foi determinado o bloqueio de contas bancárias, aplicações financeiras e ativos patrimoniais, com valor total estimado em R$ 2,6 milhões.

As investigações foram desencadeadas a partir da prisão em flagrante por posse ilegal de armas de um dos integrantes, momento em que surgiram elementos indicando a existência de uma estrutura criminosa articulada. (Da Redação com FICCO/ES)

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