― Advertisement ―

spot_img

Preços médios da carne suína se mantiveram estáveis

Os preços do suíno se mantêm estáveis no início desta quinta-feira (25), com o quilo da carcaça suína especial cotado a R$ 11,70, em...

Hospital Estadual de Urgência e Emergência ‘São Lucas’ realiza captação múltipla de órgãos

O Hospital Estadual de Urgência e Emergência ‘São Lucas’, localizado em Vitória, realizou, na última quinta-feira (23), a captação múltipla de órgãos. Foram doados duas córneas, dois rins e o fígado. Após o fim do processo, cinco pessoas que aguardavam na fila por um transplante foram beneficiadas com a doação múltipla de órgãos. 

A enfermeira Nátila Santos, da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital “São Lucas”, ressaltou que um dos grandes pilares para o sucesso da doação de órgãos é o acolhimento familiar pela equipe, sanando as dúvidas e oferecendo suporte psicológico aos envolvidos, de forma que todos conheçam as opções e entendam a importância do ato.

No ano passado, o Hospital Estadual de Urgência e Emergência “São Lucas” captou 56 córneas, seis fígados, 18 rins e um coração. Já em 2024, até maio, 12 córneas, quatro fígados e oito rins já foram doados. Atualmente, no Espírito Santo, duas pessoas aguardam na fila por um coração, 34 esperam por um fígado, 1.062 por um rim e 1.210 na fila para o transplante de córneas, segundo dados da Central Estadual de Transplantes atualizados na última semana de maio.

Como ser um doador de órgãos

No Brasil, a captação dos órgãos para transplante ocorre após a autorização de um familiar do doador. “Por isso, é fundamental que haja um diálogo claro e objetivo com os familiares sobre o desejo de ser um doador de órgãos em caso de morte. Para que tenhamos mais doadores, é necessário o engajamento de toda a sociedade com a causa. Por isso, reitero a necessidade de hoje mesmo conversar com seus familiares e deixar claro o seu desejo de ser um doador de órgãos. Com esse gesto, você salvará muitas vidas no findar de um ciclo de vida”, explicou a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Maria Machado.