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Um jovem de 18 anos está desaparecido no balneário de Guriri, em São Mateus, no Norte do Espírito Santo. Yuri da Silva Araújo, natural...

Clubes europeus recebem apelo para rescindir com Visit Rwanda

Arsenal, Bayern e PSG recebem pedidos para revisar acordos devido à crise na República Democrática do Congo

Os clubes de futebol Arsenal, Bayern de Munique e Paris Saint-Germain receberam um apelo para reavaliar seus contratos de patrocínio com o Visit Rwanda, em meio a uma crise humanitária na República Democrática do Congo. A solicitação acontece enquanto o grupo rebelde M23, apoiado por Ruanda, intensifica suas operações militares na região, incluindo a tomada de Goma, a maior cidade do leste da RD Congo. A informação foi divulgada pelo SportsPro Media.

A ONU (Organização das Nações Unidas) reportou a morte de 700 pessoas e outras 2.800 feridas por causa de conflitos.

A RD Congo testemunha um deslocamento massivo, com cerca de 500.000 pessoas forçadas a deixar suas casas na parte oriental do país, agora marcada pela presença de 4.000 tropas ruandesas e atividades do M23. Ruanda justifica a mobilização de suas tropas como uma medida preventiva contra a expansão do conflito para seu território. Contudo, especialistas da ONU apontam que o exército ruandês controla as operações do M23, que visa a avançar em direção à capital da RD Congo, Kinshasa.

Thérèse Kayikwamba Wagner, ministra das Relações Exteriores da RD Congo, enviou uma carta aos clubes Arsenal, Bayern e PSG, acusando o governo ruandês de apoiar grupos rebeldes responsáveis por “estupros, assassinatos e roubos” em território congolês. Ela argumenta que os patrocínios com o Visit Rwanda estão ligados a essas atrocidades, sugerindo que os recursos financeiros desses acordos podem estar sendo alimentados pela mineração ilícita de minerais na RD Congo.

O Arsenal, por exemplo, renovou sua parceria com o RDB (Rwanda Development Board) em 2021 por um valor reportado de US$ 49,2 milhões. O Bayern de Munique e o PSG também mantêm acordos com o RDB, com o Bayern defendendo sua parceria em meio a críticas de “sportswashing” por parte de grupos de direitos humanos.

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