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Ampliação da conservação ambiental: Governo do Estado cria o Monumento Natural Estadual Cinco Pontões sob gestão do Iema

Foto: Sandro Souza

O Governo do Estado do Espírito Santo instituiu, por meio do Decreto nº 6353-R, de 24 de março de 2026, o Monumento Natural Estadual Cinco Pontões (MONA Cinco Pontões), uma nova Unidade de Conservação localizada nos municípios de Laranja da Terra, Itaguaçu e Baixo Guandu, com área aproximada de 412,934ha. A gestão da Unidade de Conservação ficará sob responsabilidade do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema).

O MONA Cinco Pontões nasce com o objetivo de conservação a integridade maciço rochoso que dá nome à unidade, além de proteger a biodiversidade, os remanescentes florestais, as nascentes, os mananciais da região e as áreas de recarga de parte das sub bacias hidrográficas do Rio Santa Joana e Rio Guandu, em especial as microbacias do Rio Sobreiro, Rio Taquaral e córrego Santa Rosa. A iniciativa também busca promover a conectividade ecológica, contribuindo para a manutenção dos ecossistemas locais.

Além da proteção ambiental, a nova unidade permitirá o desenvolvimento do turismo sustentável e de práticas esportivas compatíveis com a conservação da área, permitindo maior integração entre a sociedade e o Monumento.

Para o diretor-geral do Iema, Mário Louzada, a criação de mais uma Unidade de Conservação é um marco na gestão ambiental do Estado, que em poucos meses, também criou o Parque Estadual da Saíra-Apunhalada:

“A criação do MONA Cinco Pontões, representa um avanço estratégico para a conservação ambiental no Espírito Santo. A equipe do Iema, com muita dedicação e trabalho, desempenhou um papel crucial na criação de duas Unidades de Conservação que foram entregues nos últimos meses, garantindo um avanço na gestão ambiental”, destacou Louzada.

“Estamos garantindo a proteção de um patrimônio natural único, ao mesmo tempo em que promovemos a conectividade ecológica e incentivamos o uso sustentável da região. É uma iniciativa que alia preservação, desenvolvimento e qualidade de vida para as futuras gerações”, explicou.

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