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Ministério Público diz que analisa denúncias sobre concurso de investigador da Polícia Civil

 

O Ministério Público (MPES) informou nesta sexta-feira (20) que recebeu denúncias sobre supostas irregularidades no concurso para o cargo de Oficial Investigador de Polícia (OIP) da Polícia Civil do Espírito Santo e que as analisa. Segundo o MP, “caso constatadas irregularidades, serão adotadas as medidas cabíveis”.

Na quinta-feira (19), a Rede Notícia noticiou que a Polícia Civil havia divulgado uma nota dizendo que o Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade), empresa organizadora do certame, está apurando “possíveis inconsistências” no resultado preliminar do concurso.

No mesmo dia, o Ibade disse que estava “solucionando a divulgação de todos os cartões-respostas até as 16h” de quinta-feira (19), mas candidatos relataram que o prazo não foi cumprido e, após o horário previsto, havia pessoas sem acesso aos seus resultados individuais. Procurado, o instituto não havia se manifestado até a última atualização deste texto.

O resultado preliminar do concurso foi divulgado na terça-feira (17). Na quinta (19), o Ibade disse que o recurso contra o resultado preliminar da prova objetiva havia sido prorrogado até as 23h59 desta sexta-feira (20).

Nas redes sociais, candidatos afirmavam que o resultado individual no portal do candidato não estava aparecendo. Havia relatos também de participantes que dizem ter atingido pontuação suficiente para figurar na lista do resultado preliminar, o que não teria ocorrido. Também há relatos de supostas inconsistências no resultado para candidatos que se autodeclararam pretos, pardos ou pessoas com deficiência (PcD).

A reportagem apurou com fontes do Palácio Anchieta que, diante da chuva de críticas nas redes sociais, o governador Renato Casagrande (PSB) chamou o delegado-geral da Polícia Civil do ES, José Darcy Arruda, ao palácio na quarta-feira (18). O teor da conversa não foi informado, mas foi depois dessa reunião que saiu a nota da corporação dizendo que a empresa organizadora estava apurando as supostas inconsistências.

Em nota, a Polícia Civil do Espírito Santo informou que o Ibade “está analisando possíveis inconsistências que possam ter ocorrido”.

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