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Os primeiros prefeitos e vereadores de Boa Esperança

 

O primeiro prefeito de Boa Esperança foi Ramos de Oliveira Aguiar (1967-1971) e 10 vereadores, também eleitos pelo povo, Jaconias Martins Costa, David Covre, Aurelino José Cyprestes, Ormindo Bernardino dos Santos, Orestes Berlique, Emerson da Rocha Verly, Lacide Ribeiro, Constantino Rodrigues e Walter Santos; que trabalhavam voluntariamente, sem salários. Durante sua gestão, Ramos Aguiar inaugurou, em 1969, o Posto de Saúde da sede do município, hoje Unidade Básica de Saúde denominada Dr. Jacques Gonçalves Vieira. Inaugurou ainda o sistema de abastecimento de água, em parceria com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) e o posto telefônico da sede.

O segundo prefeito foi Amaro Covre (1971-1972) que assumiu o município ainda se recuperando do impacto sofrido pela erradicação do café, tanto que o Tribunal de Contas do Espírito Santo (TCES) sugerido ao então governador Arthur Carlos Gerhardt Santos, que Boa Esperança voltasse a ser distrito de São Mateus pela falta de viabilidade econômica que assolava o município desde a sua criação.

Por essa razão, Amaro Covre decidiu implantar a denominada administração comunitária, dando prioridade ao meio rural, com o objetivo de reduzir o deslocamento das famílias para a cidade. O município foi dividido em regiões administrativas que informavam os problemas e sugeriam soluções para cada uma delas ao Conselho Municipal de Desenvolvimento e as decisões eram tomadas juntamente com a Câmara de Vereadores. Dessa forma, o governador Gerhardt não acatou o pedido do TCES.

Ainda na gestão de Amaro Covre, foi fundado o Hospital Maternidade Cristo Rei e a Escola Técnica do Comércio, que oferecia cursos técnicos em Magistério e Contabilidade à população.

Emerson da Rocha Verly (1973-1976) foi o terceiro prefeito e sua gestão foi marcada pela instalação do posto do Banestes e a construção do Terminal Rodoviário Arnaldo Verly, entre outras obras.

Neste período, os preços do café começam a melhorar, principalmente na segunda metade da década, contribuindo para um ciclo de renovação de lavouras e, consequentemente, para o crescimento das comunidades do interior de Boa Esperança: Santo Antônio do Pousalegre, São José do Sobradinho, Quilômetro Vinte e Bela Vista.

Amaro Covre voltou à prefeitura (1977-1982) e retoma o projeto comunitário, incluindo construção de casas populares através de mutirão da população que trabalhava ajudando os pedreiros contratados pela Prefeitura. Nessa época foram construídas as casas do bairro Vila Tavares.

Nessa gestão, o posto do Banestes se torna agência e há a implantação da agência do Banco do Brasil, a Escola Técnica de Comércio é transformada pelo Governo do Estado em Escola de 1º e 2º Graus Antônio dos Santos Neves, houve a instalação dos postos telefônicos em São José do Sobradinho e Santo Antônio do Pousalegre, que começavam a crescer com o cultivo do café solidificado no município.

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