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Polícia Civil prende homem investigado por estupro, cárcere privado e lesão corporal em Linhares

 

 

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Linhares, prendeu, na manhã de quarta-feira (1º), um homem de 41 anos, em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Linhares.

A prisão foi realizada em via pública, no Centro de Linhares, após monitoramento realizado pela equipe policial.

O indivíduo responde a ação penal pelos crimes de estupro, lesão corporal e cárcere privado, todos praticados no contexto de violência contra a mulher, conforme apurado no inquérito policial.

De acordo com as investigações, o suspeito submeteu a vítima, com quem mantinha um relacionamento casual, a violência física e sexual de extrema gravidade. Ele teria trancado a porta da residência para impedir que a vítima saísse, aplicado um golpe conhecido como “mata-leão”, dificultando sua respiração, e a obrigado, mediante agressões, a manter relações sexuais contra sua vontade. A ação teria durado mais de três horas, e as lesões foram comprovadas por laudo pericial.

Ainda segundo a apuração, antes das agressões, o comportamento do investigado já demonstrava sinais de controle e dominação, tendo, em um estabelecimento comercial, ordenado que a vítima permanecesse de cabeça baixa enquanto ele se ausentava, evidenciando a postura de submissão imposta à mulher.

As investigações também apontaram que o suspeito possui quatro condenações anteriores por crimes relacionados à violência contra a mulher, o que reforça o risco que representa.

“A prisão preventiva, neste caso, é indispensável para a proteção da vítima e da ordem pública. Trata-se de um indivíduo com histórico grave e reiterado de violência contra mulheres, que praticou crimes de extrema brutalidade”, destacou a titular da Deam de Linhares, delegada Viviane de Mattos Furtado Rezende.

Após os procedimentos de praxe, o preso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

 

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