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Morto em acidente na BR 101 era motorista da Saúde em Pinheiros

  O motorista que morreu no grave acidente envolvendo dois veículos oficiais na madrugada desta quarta feira (15), na BR 101, na altura do distrito...

Polícia trata como latrocínio investigação sobre morte de idosa em Boa Esperança

 

A polícia trata como latrocínio — roubo seguido de morte — o assassinato de Rosa Souza Lopes, de 67 anos, encontrada morta a facadas dentro de casa, na manhã deste domingo (28), no bairro Vila Fernandes, em Boa Esperança, no Noroeste do Espírito Santo. A informação é de Wilson Rodrigues, da Rede Notícia.

A informação foi confirmada nesta segunda-feira (29) pelo delegado Felipe Augusto Cavalcanti, titular da delegacia do município. A polícia apura a participação de dois suspeitos, mas ninguém foi preso até o momento.

Segundo a Polícia Militar, o filho procurou pessoalmente a sede da corporação, no bairro Nova Cidade, e relatou que havia ido até a casa da mãe e se deparado com uma cena de possível homicídio. Os militares foram ao endereço e encontraram a idosa caída ao lado da cama, com as pernas enroladas em um lençol e marcas de violência causadas por arma branca.

De acordo com a PM, uma faca foi localizada próxima ao corpo. Documentos da vítima foram encontrados parcialmente queimados em um fogão a lenha nos fundos da residência.

A corporação informou ainda que câmeras de segurança mostraram dois indivíduos entrando na casa durante a madrugada. Após buscas no imóvel, foi constatado que o celular e uma quantia em dinheiro haviam sido levados. A Polícia Militar realizou buscas na região, mas nenhum suspeito foi detido.

A Polícia Científica comunicou que o corpo da vítima foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML),  onde passará pelo processo de necropsia. Em seguida, será liberado para os familiares.

A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Boa Esperança a e até o momento, nenhum suspeito foi preso.  “Informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181), que é uma linha de contato gratuita, disponível em todos os municípios do Estado. As informações passadas pela comunidade podem ser cruciais para o avanço das investigações”.

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