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Nova Venécia FC está fora da Copa Espírito Santo

 

Após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Capixaba em 2025, a diretoria do Nova Venécia FC optou por recalcular a rota e abdicar das competições de futebol profissional em 2026, priorizando a sustentabilidade da instituição. Com isso, o clube está fora da Copa Espírito Santo, competição da qual também esteve ausente no ano passado e ainda não definiu sobre a participação na segunda divisão estadual, prevista para começar em agosto.

“No futebol, todo mundo quer ver o time em campo, quer o espetáculo, o resultado, a emoção. Mas competir exige estrutura esportiva, financeira, administrativa e jurídica. O Nova Venécia só vai voltar a competir quando houver capacidade real de sustentar tudo aquilo que foi iniciado”, disse a CEO do clube, Deis Chaves.

Para a diretoria, disputar torneios sem a base necessária pode comprometer o futuro da instituição. “Quando um clube entra em competição sem essa base, isso não é coragem, é risco mal calculado. A responsabilidade também é uma forma de competir. Estamos construindo um futuro sustentável. O Nova Venécia não é apenas um time, é um projeto de longo prazo”, completou Deis.

Fundado em 2021, o Nova Venécia nasceu a partir de uma iniciativa do atacante Richarlison, da Seleção Brasileira. Logo no ano de estreia, o clube conquistou o título da Campeonato Capixaba Série B e garantiu acesso à elite do futebol capixaba.

Na temporada seguinte, além de levantar a taça da Copa Espírito Santo, o time disputou competições nacionais como a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro Série D e a Copa Verde.

Em 2023, o Nova Venécia chegou à final do Campeonato Capixaba pela primeira vez, mas ficou com o vice-campeonato após derrota para o Real Noroeste no placar agregado.
O presidente da SAF, Antônio Marcos Andrade, pai de Richarlison, afirmou que a decisão de não competir agora é dura, mas necessária para garantir a sobrevivência do projeto a longo prazo.

“Meu maior sonho também é ver o time em campo, ver a torcida no estádio, sentir o futebol pulsando na cidade, eu sou torcedor. Mas hoje também carrego a responsabilidade de cuidar do clube. Futebol não se faz só com vontade, precisa ser planejado, organizado e pensado para não comprometer o futuro. A gente poderia escolher o caminho mais rápido, mas escolhemos fazer do jeito certo, porque o Nova Venécia não é só um time, é história, pessoas e responsabilidade. E quando a bola voltar a rolar, ela precisa estar sustentada por uma base sólida”, disse Antônio Marcos em uma publicação em uma rede social.

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