A licitação da ferrovia que interliga a Vitória-Minas, em Santa Leopoldina, ao Rio de Janeiroz passando por Ubu (Anchieta), Porto Central (Presidente Kennedy) e Porto de Açú (São João da Barra-RJ) emperrou.
Pelo cronograma fechado no fim do ano passado, a EF-118 teria seu edital publicado em março, com leilão em junho deste ano, a primeira de oito concessões planejadas pelo governo Lula.

Até agora, o TCU (Tribunal de Contas da União) não concluiu sua análise da minuta do edital, devido a questões técnicas do modelo financeiro sob análise. O texto final da licitação, portanto, ainda é desconhecido.
A expectativa atualizada do Ministério dos Transportes prevê a publicação do edital apenas em meados de agosto, com a realização do leilão da ferrovia em outubro.
Esse atraso não tem relação com o licenciamento, já que a ferrovia pode ser concedida sem sua licença prévia.
Porém, um fato novo acrescentou elementos que podem dificultar a liberação da licença pelo Ministério do Meio-Ambiente: a exigência do Iphan (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) de uma varredura arqueológica nos 500 metros laterais ao longo dos 246km da estrada de ferro a ser construída.
A informação foi veiculado pela Folha de São Paulo, que foi atrás de respostas das autoridades competentes.











