Desde o início dos anos 2000, o Brasil acumulou 15 programas voltados ao controle da criminalidade. O mais recente foi o programa Brasil Contra o Crime Organizado, um pacote de R$ 11,1 bilhões voltado a sufocar financeiramente e operacionalmente as facções criminosas.
A iniciativa foca em 4 eixos principais: asfixia financeira, sistema prisional, resolução de homicídios e controle de armas.
Um estudo elaborado pelo coronel da reserva da Polícia Militar do Espirito Santo Júlio César Costa aponta que, entre todos os planos desses últimos 25 anos, estão os Planos Nacionais de Segurança Pública, o PRONASCI, o Brasil Mais Seguro, os Planos de Redução de Homicídios, o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), o Em Frente Brasil e os recentes programas de combate aos homicídios, aos roubos e às organizações criminosas.
Principais planos e programas federais de segurança pública (2000–2026)
2000 – Plano Nacional de Segurança Pública (PNSP) – Fernando Henrique Cardoso
2003 – Projeto Segurança Pública para o Brasil (base conceitual da nova política federal) – Luiz Inácio Lula da Silva
2007 – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) – Luiz Inácio Lula da Silva
2011 – Programa Brasil Mais Seguro – Dilma Rousseff
2013 – Plano Juventude Viva (prevenção da violência letal contra jovens) – Dilma Rousseff
2015 – Pacto Nacional de Redução de Homicídios (proposta estruturada pela SENASP) – Dilma Rousseff
2017 – Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social – Michel Temer
2018 – Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e criação da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social – Michel Temer
2019 – Programa Em Frente Brasil – Jair Bolsonaro
2021 – Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social 2021–2030 – Jair Bolsonaro
2023 – PRONASCI II (Pronasci 2) – Luiz Inácio Lula da Silva
2024 – Programa Nacional de Enfrentamento das Organizações Criminosas – Luiz Inácio Lula da Silva
Ilustração: Meta IA











