Vinte mil demitidos em bares no Estado, a informação é do Sindicato dos Restaurantes

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O setor de bares e restaurantes no Espírito Santo já demitiu cerca de 20 mil pessoas desde o início da crise econômica provocada causada pela pandemia do novo coronavírus.

A informação é do Sindicato dos Restaurantes e Bares do Espírito Santo (Sindibares) e da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Estado (Abrasel-ES).

“A nossa estimativa, baseada em estatísticas e projeções, é de que, nas últimas semanas, até 20 mil tenham sido demitidos. Garçons, pessoal de cozinha, toda a cadeia está sendo afetada. Não temos estimativa, mas diversos restaurantes já fecharam as portas no Estado”, afirmou o presidente das instituições, Rodrigo Vervloet.

Ele prevê ainda mais demissões no setor, especialmente, na Grande Vitória, com a prorrogação do isolamento social.

“Quanto mais demorar para as coisas voltarem ao normal, mais difícil vai ser a retomada e mais pessoas devem ser demitidas. Estamos ainda no pico da crise. Os serviços de entrega têm diminuído, por causa do medo das pessoas. Temos estabelecimentos que suspenderam totalmente as operações durante a crise”, detalhou.

Antes da crise, o setor de bares e restaurantes empregava cerca de 90 mil pessoas no Estado. As demissões que já ocorreram representam 22,2% desse total de empregados.

A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) estima que, em todo o País, o setor de alimentação já demitiu cerca de 1 milhão de pessoas desde o início da crise.

A entidade divulgou a segunda pesquisa com seus associados após a pandemia, realizada entre 9 e 15 de abril, que mostra que o percentual de empresas do setor de “food service” que demitiram pessoal em meio à crise chega a 76,11%.

O primeiro levantamento feito pela ANR, entre 26 e 31 de março, apontava que, até aquele momento, 61,8% das empresas do setor tinham demitido.

Dos entrevistados na pesquisa mais recente, 78,57% disseram que conseguirão manter o negócio aberto após a pandemia, enquanto 21,43% afirmaram que não devem reabrir. No primeiro levantamento, 16,1% afirmaram que fechariam as portas.

Fonte: tribunaonline

 

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