Usuários de água da porção capixaba do rio Doce poderão contribuir com novo diagnóstico da bacia a partir desta sexta-feira (12) • SiteBarra

Usuários de água da porção capixaba do rio Doce poderão contribuir com novo diagnóstico da bacia a partir desta sexta-feira (12)

Rio Doce em Colatina, noroeste do Espírito Santo – Foto: Claudio Costa

Os resultados do novo diagnóstico da bacia hidrográfica do rio Doce, levantados durante a atualização do Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce (PIRH Doce), serão compartilhados com a população capixaba, a partir desta sexta-feira (12), por meio de oficinas virtuais coordenadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a empresa Engecorps Engenharia.

As oficinas serão voltadas para os principais segmentos usuários de água da região, membros dos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) dos rios afluentes do rio Doce, na porção capixaba, e para os membros do CBH Doce.

Dentre os principais temas que serão discutidos nos encontros virtuais, estão os balanços hídricos quantitativos, destacando as áreas críticas; a relação dos principais programas em andamento na bacia, e os estudos prévios para o Enquadramento, incluindo a identificação dos usos preponderantes atuais dos recursos hídricos por trechos dos cursos d’água.

Com os debates, a equipe de desenvolvimento do novo PIRH Doce busca obter contribuições para esses temas, especialmente para a identificação de áreas críticas com relação ao balanço hídrico, complementação dos programas em andamento e a consolidação dos usos atuais das águas superficiais da bacia.

As oficinas são realizadas de acordo com a divisão da bacia por Unidades de Análise, desde a cabeceira até a foz do rio Doce. Em Minas Gerais, elas estão acontecendo desde o dia 04 de novembro e, nesta semana, chegam ao Espírito Santo (Baixo Doce), abrangendo 28 municípios capixabas, sendo 19 com área total na bacia.

Oficinas de Consolidação do Diagnóstico

No Estado, serão realizadas três oficinas virtuais, uma para cada unidade de análise. Duas acontecem já nesta sexta-feira (12) e a terceira ocorrerá na próxima terça-feira (16). Os interessados em participar devem se inscrever no encontro referente à região em que atuam. Os encontros serão feitos pela plataforma Google Meet. Veja a seguir:

Sexta-feira (12)

– Oficina da Unidade de Análise 7 (UA 7): Bacias dos rios Guandu, Santa Joana e Santa Maria do Doce

Horário: das 8h30 às 12h30

Inscrições: https://forms.gle/wg7cjtoG8tRYT5FX7

Plenária inicial: Link para o Google Meet (acesse no horário da oficina) 

– Oficina da Unidade de Análise 8 (UA 8): Região hidrográfica do Pontões e Lagoas do rio Doce

Horário: das 14h às 18h

Inscriçõeshttps://forms.gle/TrtEFypvDfb2LGSW7 

Plenária inicial: Link para o Google Meet (acesse no horário da oficina) 

Terça-feira (16)

– Oficina da Unidade de Análise 9 (UA 9): Região Hidrográfica do Barra Seca e Foz do rio Doce

Horário: das 8h30 às 12h30

Inscrições: https://forms.gle/nxHFGT5pm6eez23r6  

Plenária inicial: Link para o Google Meet (acesse no horário da oficina)  

Atenção: Os momentos listados acima são voltados para membros de CBHs e principais segmentos usuários de água da bacia do rio Doce. 

A população em geral poderá contribuir com o novo PIRH Doce nas Audiências Públicas. No Espírito Santo, a consulta pública acontece no próximo dia 19, também na modalidade virtual. 

Os interessados em participar da consulta pública on-line devem preencher um formulário eletrônico até o dia 16 de novembro.

Para servir como referência para os participantes das consultas públicas, estão disponíveis a versão preliminar do Diagnóstico da bacia hidrográfica do rio Doce e uma apresentação com a síntese dos principais resultados do relatório. Acesse aqui o material.

A revisão do PIRH Doce está sendo conduzida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, com a participação do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), Agedoce e Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH Doce). O PIRH Doce integrará os planos de recursos hídricos das bacias afluentes (PDRHs/PARHs) e vai resultar numa proposta de enquadramento dos corpos hídricos em classes, de acordo com os usos preponderantes para toda a bacia.

Assessoria de Comunicação da Agerh 

Francine Leite

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Assessoria Especial de Comunicação Social da ANA 
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