RN: Mapeamento do Ecossistema de Inovação lançado pela FIERN visa expandir capacidade tecnológica das empresas

Com a velocidade que o mercado evolui, é fundamental que a inovação seja uma prática adotada corriqueiramente pelas empresas, principalmente para que o desenvolvimento econômico e social do País seja alcançado. Nesse contexto, com o objetivo de ampliar a produção e aumentar a geração de emprego e renda, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) lança o Mapeamento do Ecossistema de Inovação no Rio Grande do Norte.

A inciativa foi criada por meio do Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação no Estado do Rio Grande do Norte (NAGI-RN), com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas doestado (SEBRAE/RN). Segundo o diretor de Inovação da FIERN, Djalma Barbosa, o intuito da ação é expandir a capacidade das empresas no que diz respeito a evolução tecnológica.

“O propósito do documento é focar a organização de dados referentes a ações de ciência e tecnologia desenvolvidos no estado do Rio Grande do Norte, através de um mapeamento estruturado das ‘instituições-chave’, que integram o ecossistema de inovação local, seus respectivos papéis e escopos de atuação quanto à ciência e à tecnologia vigentes e suas inter-relações”, explica

O projeto identifica e caracteriza todos os atores do ecossistema de inovação no Rio Grande do Norte. A ideia é estimular a estratégia inovadora das empresas, assim como expandir a efetividade das políticas de apoio à inovação por meio da interlocução construtiva e duradoura entre a iniciativa privada e o setor público. Essa relação, na avaliação de Barbosa, é capaz de aumentar a competitividade desses empreendimentos.

“A estratégia inicial apontada no documento, refere-se a dar conhecimento para as empresas dos atores deste ambiente representado por atores da iniciativa pública e privada, bem como contribuir favorecendo espaços de discussão para tratar da gestão da política de inovação, transferência de tecnologias, desenvolvimento de competências – recursos humanos especializados, estudos e pesquisas relacionados ao ecossistema de inovação do Rio Grande do Norte, como proposta futuras”, destaca o diretor de Inovação da FIERN.

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O ambiente mapeado caracteriza os atores e as instituições, que podem ser públicas ou privadas, assim como as ações macros desenvolvidas no âmbito da inovação. A iniciativa dá prioridade ao conhecimento sobre as práticas inovadoras que produzem competição nos mercados externo e interno.

O resultado que se busca é a construção de um ambiente de negócios apropriado para aplicação de avanços científicos, com diversificação e aprimoramento de produtos e serviços com valores agregados.

“O mapeamento dá condições de entender todos os atores envolvidos no ecossistema de inovação do estado, sua atuação e como estão conectados ou podem se conectar com as empresas do estado. Esse entendimento sobre o papel de cada ator no processo de implantação de inovação é fundamental para ter um retrato das fragilidades e oportunidades nesta área, bem como para saber quais competências cada instituição possui e pode oferecer para consolidar a inovação nas empresas”, pontua Djalma Barbosa.

Divisão por etapas

O documento publicado compreende duas fases. Na primeira delas, busca-se identificar os atores no estado que desenvolvem atividades de inovação, no conceito de tríplice hélice: ICTs, órgãos governamentais e iniciativa privada.

Na segunda etapa, por sua vez, o intuito é realizar uma pesquisa para atualizar o Diagnóstico Setorial das Empresas de Tecnologia da Informação da Grande Natal, produzido pelo SEBRAE RN em 2008, mapeando o ecossistema de startups, empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de games, por exemplo.

Essa última fase permite uma visão do desenvolvimento desse ecossistema nos últimos anos e reúne informações essenciais para o planejamento das instituições que atuam no ecossistema.

Diagnóstico Setorial

Além desta ação, o SEBRAE/RN realizou o chamado Diagnóstico Setorial das Empresas de Tecnologia da Informação da Grande Natal. A iniciativa também foi contemplada no documento digital, elencando o ecossistema de startups, empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), de games, de provedores de internet e outras vinculadas.

No estado potiguar, as empresas da área de tecnologia têm o predomínio de 55,5% do ecossistema inovador, além das startups (35,9%) e dos provedores de internet (7,7%).

Foto: Arquivo/EBC

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