Protesto de pescadores interdita Estrada de Ferro Vitória a Minas

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Pescadores interditaram Estrada de Ferro Vitória a Minas nesta quarta-feira (13)

Pescadores interditaram Estrada de Ferro Vitória a Minas nesta quarta-feira (13)

Um protesto de pescadores interditou a Estrada de Ferro Vitória a Minas, no trecho de Timbuí, em Fundão, no Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (13). A informação é da TV Gazeta.

No mês passado um grupo de pescadores também fez um protesto e interditou o trecho da estrada em Baixo Guandu, no Noroeste do estado.

A circulação do trem de passageiros da Vale, que sai de Cariacica com destino a Barão de Cocais, em Minas Gerais, está suspensa.

Os pescadores usaram galhos e faixas para interditar a via. Eles são filiados ao Sindicato das Indústrias da Pesca (Sindipesca-ES) e alegam que estão sem receber a indenização pelo impacto do rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG).

O pagamento é feito pela Fundação Renova, criada pelas mineradoras Vale e BHP Billiton para gerir as reparações do desastre.

Sobre os passageiros que perderam viagem, a Vale informou que eles podem remarcar ou pedir o reembolso no prazo de até 30 dias. Mais informações podem ser solicitadas por meio do Alô Ferrovias 0800-285-7000 ou do WhatsApp (27) 99503-5918.

A Fundação Renova informou por meio de nota que considera legítima qualquer manifestação popular, coletiva ou individual mas disse que não é possível haver qualquer tipo de negociação mediante ações que violem o direito de ir e vir de terceiros, trazendo riscos para as pessoas.

A nota informou ainda que em maio do ano passado, a 12ª Vara Federal Cível e Agrária de Belo Horizonte proferiu sentença indeferindo a pretensão do Sindipesca, de reconhecê-lo como representante legítimo dos pescadores do Espírito Santo e implementar uma matriz de danos específica para os pescadores.

“O Sindipesca apresentou recurso de apelação contra a sentença, que aguarda julgamento. A Fundação Renova considera que é necessário aguardar a decisão da Justiça”, informou a nota.

Ainda de acordo com a Renova, até fevereiro de 2022, foram pagos cerca de R$ 8,74 bilhões em indenizações e Auxílios Financeiros Emergenciais (AFEs) para mais de 368,4 mil pessoas pelos danos causados pelo rompimento da barragem. Desse montante, R$ 4,72 bilhões foram pagos a atingidos do Espírito Santo, a maioria pescadores, segundo a fundação..

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