Presa no Espírito Santo, ex-capa da Playboy suspeita de tráfico ainda não foi transferida

Flávia Tamayo é suspeita de integrar uma organização criminosa especializada na venda e distribuição de drogas em Brasília. Mulher está no Centro Prisional Feminino de Cariacica à disposição da Justiça do DF.

 

Uma semana após ser presa em Vitória, a garota de programa e ex-capa da Playboy Flávia Tamayo, de 22 anos, continua presa no sistema prisional do Espírito Santo e ainda não foi transferida para Brasília.

De acordo com a Secretaria da Justiça (Sejus) do Espírito Santo, a suspeita de integrar uma organização criminosa especializada na venda e distribuição de drogas no Distrito Federal está no Centro Prisional Feminino de Cariacica à disposição da Justiça do DF.

Segundo a Polícia Civil, a modelo que era conhecida no DF como “Pantera do pó” e “Rainha do pó” se prostituía há pelo menos dois anos e vendia drogas para clientes de alto poder aquisitivo em Brasília.

Ainda de acordo com a polícia, a mulher esteve em São Paulo e Florianópolis e estava em Vitória em busca de novos clientes.

No momento da prisão, Flávia chegou a resistir e tentou tirar a roupa em um hotel. O momento da prisão foi registrado em um vídeo.

Segundo o delegado Rafael da Rocha Corrêa, da 1ª Delegacia Regional de Vitória, Flávia negou as acusações da Polícia Civil e garantiu que trabalha com “entretenimento adulto”, mas nunca se envolveu com crime.

Ela teve seu passaporte recolhido e foi indiciada pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Flávia estava com uma quantidade pequena de maconha que, segundo a polícia, era para consumo.

A prisão preventiva foi decretada pela 1ª Vara de Entorpecentes do DF.

Tráfico no DF

A prisão foi uma continuidade da Operação Rede, realizada em junho deste ano no Distrito Federal, que resultou no cumprimento de 37 mandados de busca e apreensão e de prisão.

À época, seis grupos criminosos especializados no tráfico de drogas sintéticas e de cocaína na região central de Brasília foram alvos da polícia.

Flávia é conhecida por ter sido capa de revistas no Brasil e em Portugal e por ter estrelado filmes eróticos.

Segundo a polícia, o grupo do qual ela faz parte atua em venda e distribuição de drogas, principalmente sintéticas e cocaína, para clientes de alto poder aquisitivo no DF.

“A informação que temos é que ela fazia um pacote, um combo de prostituição e venda de drogas, seja para consumo no momento daquela relação, seja para um momento posterior. Ela funcionava, num primeiro momento, como garota de programa fornecendo drogas para pessoas que estavam contratados seus serviços, mas também há indícios de que ela também tivesse algo como uma tele-entrega de drogas na capital federal”, explicou o delegado Rafael Corrêa após a prisão da suspeita.

 

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