Polícia faz operação para prender suspeitos de assassinatos no Espírito Santo

Uma nova fase da Operação Caim foi iniciada na manhã desta quarta-feira (8) pela Polícia Civil. A ação acontece em todo o Espírito Santo e tem como objetivos prender suspeitos de assassinatos com mandado de prisão em aberto e reduzir os níveis de violência no estado.

A Polícia Civil explicou a operação é desdobramento da ação que aconteceu na última quinta-feira (2). O propósito é direcionar esforços das delegacias especializadas e do interior do Espírito Santo para a redução no número de crimes.

Na Grande Vitória, a operação teve início às 6h e os policiais saíram da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cariacica.

Em entrevista ao Bom Dia ES, o secretário de Segurança Pública, coronel Ramalho, informou que cerca de 100 policiais participam da ação para cumprir os mandados de prisão.

“Estamos com 100 policiais nas ruas desencadeando essa operação e outros mais em todos os municípios na tentativa de correr atrás desses índices que estão elevados. Eu não vou entrar em detalhes de bairros para não ferir o sigilo da operação, mas já temos prisões e apreensões”, disse.

De acordo com Ramalho, as operações são uma resposta da polícia aos crescentes índices de homicídio no Espírito Santo. O mês de março foi o mais violento desde a greve da Polícia Militar, em 2017.

“É importante ressaltar que no ano passado alcançou uma meta muito importante que foi a redução no número de assassinatos. Foi o melhor ano de uma série histórica desde 1992. Foram menos de mil homicídios e isso dependeu de um empenho muito grande das forças policiais. No mês de março a gente percebeu esse aumento e agora no primeiro final de semana de abril, percebemos uma continuidade neste número”, explicou.

Primeira fase

A operação é um desdobramento da ação que aconteceu na última semana em Cariacica e Vila Velha. Na primeira fase, 17 pessoas foram presas. Os suspeitos eram procurados por homicídios e tráfico de drogas.

Além das prisões, foram apreendidos celulares, armas, munições e material para comercialização de drogas.

Fonte: g1

 

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