PCES celebra o Dia Estadual do Investigador de Polícia

Cumprir mandados, realizar investigações para elucidar crimes, prender e apresentar às autoridades quem for encontrado em flagrante delito, reprimir atos perturbadores da ordem pública e isolar locais de acidentes ou mortes violentas. Essas são algumas das funções de um investigador de polícia cuja data comemorativa estadual é celebrada nesta terça-feira (28).

Integrante dos quadros da PCES e categoria com maior número de profissionais, os investigadores de polícia desempenham funções minuciosas que demandam grande dedicação e atenção. Diante disso, para reduzir os impactos provocados pela atividade diariamente, alguns investigadores de polícia aproveitam seus momentos de folga para desempenhar atividades que ajudem a relaxar e reduzir o estresse.

É o caso do investigador de polícia Jackson Alfeu Ferreira, de 46 anos, que há 18 anos faz parte da PCES e, atualmente, está localizado na Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária (DCCOT).  Em seu relato para a campanha “O que me faz bem”, desenvolvida pela Divisão de Promoção Social (DPS), ele conta que, em seus horários de folga gosta de ficar com a família, ler e, especialmente, correr.

E foi a corrida que o ajudou a superar o estresse do trabalho, o sedentarismo, o excesso de peso, a diabetes tipo II e ainda permitiu que, em 2016, ele fosse um dos escolhidos para conduzir a tocha olímpica da Olimpíada do Rio de Janeiro.

Ele lembra que em 2012, aos 37 anos, pesava 110 quilos, estava com gordura no fígado, colesterol e triglicérides acima do limite tolerado para uma pessoa saudável e da idade dele e que o tratamento indicado para melhora das taxas e condição de saúde era o uso de medicamentos e iniciar a atividade física. “ Um dia eu estava com minhas filhas indo visitar minha mãe e, por causa de um evento de corrida de rua, todo trânsito havia mudado e estava muito lento, o que me fez diminuir significativamente a velocidade do carro. Durante o pequeno, mas demorado trajeto que percorri, tive a oportunidade de ver os corredores chegando. Eram pessoas de várias idades, gênero e biótipos. A maioria demonstrava uma profunda exaustão e, ao mesmo tempo, uma grande alegria, algo diferente que não conseguia explicar. Neste momento, comecei a refletir sobre minha vida e me lembrei de como estava a minha saúde”, relatou.

Enquanto acompanhava atentamente cada atleta anônimo que passava, Jackson lembra que tomou a decisão de que iria correr a mesma prova. “Comecei devagar fazendo caminhadas até evoluir para corridas.  Num curto espaço de tempo eu consegui melhorar os resultados dos exames clínicos, controlar a diabetes, emagreci 17 quilos, e comecei a participar de várias corridas de 5 km, 7 km, 10 km e 16 km. Depois de quase um ano de preparação, contando com o auxílio de profissionais da saúde e atividade física,  em setembro de 2012 alcancei meu objetivo. Cruzei a linha de chegada carregando no peito muito mais que um número de inscrição. Quando me aproximei do final da prova, me lembrei de tudo que passei e chorei em silêncio, me emocionei muito e agradeci a Deus por ter conseguido completar aqueles 16.090 metros, algo que no ano anterior era impossível de ser pensado. Ali, após cruzar a linha de chegada, eu entendi a sensação de superar os próprios limites. Hoje a corrida  pra mim funciona como uma terapia, pois quando corro coloco os pensamentos em ordem e percebo uma sensação enorme de bem-estar ”, concluiu.

Já a investigadora Rosali Rosindode 59 anos, utiliza a arte para poder relaxar. Autora dos livros ” Antologia poética” e “Minha vida In versos” ,além de diversas poesias publicadas no Diário Oficial do Estado, Rosali também escreve músicas e toca violão. “Para enfrentar as adversidades do cotidiano, principalmente em tempos de pandemia, essas atividades ocupam a mente e servem de base para o meu equilíbrio emocional”, destacou a autora.

Atuando há oito anos na Polícia Civil e, atualmente, localizada na Corregedoria da PCES ela conta a satisfação de integrar o corpo de servidores da instituição. “As realizações pessoal e profissional valem a pena quando o caminho está sendo bem trilhado”, afirmou.

 

Campanha “O que me faz bem?”

A Divisão de Promoção Social (DPS) da Polícia Civil (PCES) iniciou a campanha “O que me faz bem?”, que tem como objetivo valorizar ações de autocuidado. A ideia é que o policial da ativa ou aposentado, diga o que faz para manter a saúde mental diante dos desafios cotidianos.

O projeto foi idealizado pensando que dias difíceis são comuns a todos, mas a forma como combatemos a tristeza e outros sentimentos é particular. Uns preferem estar com a família e outros recorrem à música, atividades físicas e outras coisas.

Os textos são publicados junto com uma foto do servidor – realizando sua atividade “que faz bem” – nas redes sociais da DPS.

Texto: Fernanda Pontes

 

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