Palestina encontra sinais de possível uso de armas químicas nos mortos dos ataques de Israel


Sputnik – O Ministério da Saúde palestino afirmou ter encontrado sinais de asfixia por gás venenoso em mortos que resultaram dos ataques israelenses, enquanto o conflito entre a Palestina e Israel continua.

O Ministério da Saúde da Palestina informou na quinta-feira (13) que alguns residentes mortos da Faixa de Gaza tinham sinais de asfixia por gás venenoso.

“Ao centro médico Al-Shifa foram levados vários corpos de mortos. Após o exame dos patologistas, se descobriu que a causa direta da morte foi asfixia, também existem indícios óbvios indicando a possibilidade de asfixia devido à inalação de gases venenosos”, segundo o comunicado de imprensa publicado no Facebook.

O Ministério da Saúde palestino destacou que está sendo realizada uma análise de biomateriais dos falecidos.

Antes na quinta-feira (13), o tenente-coronel Jonathan Conricus, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI), afirmou que o Alto Comando do Exército israelense está preparado para uma possível operação na Faixa de Gaza.

Na noite de segunda-feira (10), a situação se agravou na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, território palestino. Grupos palestinos lançaram mais de 1.600 foguetes desde a Faixa de Gaza contra Israel. A eficácia do sistema de defesa antimíssil israelense Cúpula de Ferro é de 90%, segundo o porta-voz das FDI, Jonathan Conricus.

Muitas pessoas já perderam a vida de ambos os lados nesta escalada de violência, com ao menos sete israelenses mortos e mais de 200 feridos, já as autoridades palestinas informam sobre pelo menos 83 pessoas mortas e centenas de feridos na Faixa de Gaza.

Chamas e fumaça sobem durante ataques aéreos israelenses em meio a uma explosão de violência israelense-palestina, no sul da Faixa de Gaza em 11 de maio de 2021

Chamas e fumaça sobem durante ataques aéreos israelenses em meio a uma explosão de violência israelense-palestina, no sul da Faixa de Gaza em 11 de maio de 2021 (Foto: Reuters / Ibraheem Abu Mustafa)

Leia mais

Leia também