Nova estação espacial da China beneficia toda a humanidade


Rádio internacional da China – A China lançou nesta quinta-feira (17) a nave espacial tripulada Shenzhou-12, enviando três astronautas ao módulo central da estação espacial Tianhe para uma missão de três meses.

A nave espacial, no topo de um foguete transportador Longa Marcha-2F, foi lançada do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, no deserto de Gobi, noroeste do país.

Esta missão tem um significado muito especial para a construção da estação espacial da China. De acordo com Jonathan McDowell, astrônomo do Centro de Harvard-Smithsonian de Astrofísica, os astronautas chineses construirão seu novo lar no espaço.

Segundo o plano chinês de missão espacial, a China concluirá a construção da estação espacial em órbita e do laboratório nacional no espaço até 2022.

O espaço sideral é um patrimônio comum da humanidade e a cooperação internacional é a ferramenta principal da exploração espacial. A China está cooperando com as agências espaciais da Rússia, Alemanha, França, Nações Unidas e União Europeia. Depois de construída, a China se envolverá de forma mais ativa na exploração de funções da estação, pesquisa e aplicação da ciência espacial, missões com astronautas de outros países e uso de tecnologias espaciais.

A fim de alcançar este fim, a China realizou os preparativos técnicos correspondentes com toda a sinceridade. Por exemplo, os gabinetes científicos no módulo principal e no módulo de experimentos da estação espacial estão equipados com interfaces de carga padronizadas e têm a capacidade de realizar ações de cooperação internacional em vários experimentos científicos. No momento, a China e o Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Sideral selecionaram 9 projetos experimentais cooperativos de 17 países, e uma segunda rodada de cooperação será anunciada no futuro.

Todas essas medidas apontam para um objetivo: transformar a estação espacial da China em um laboratório espacial que beneficie a humanidade, promova tanto a ciência espacial quanto a ciência como um todo para impulsionar a inovação tecnológica e contribuir com os esforços da China para a exploração do universo e o uso pacífico do espaço sideral.

(Foto: xinhua)

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