Missa de Santo Antônio do Córrego da Serra e cortejo em homenagem ao Padroeiro

 

A celebração teve participação dos integrantes da comunidade. No cântico, o Jucélia Cabaline Ziviani, Solivan Ziviani, Antônio Marcos Macêdo Ramos, Neyla Saldemia de Jesus Santos e Maria das Graças Cezário. O historiador Rogério Piva narrou um pouco da história de como surgiu a comunidade religiosa do Córrego da Serra e sobre Santo Antônio. A reportagem é de Cintia Zaché, da Rede Notícia.

Durante a programação, que aconteceu no Igreja São Marcos devido a pandemia da Covid-19, duas lideranças da comunidade que faleceram esse ano foram lembradas: Matilde Cleta Veridiana dos Santos, mais conhecida como Tide e Marilza Rodrigues Lourenço. Quadros das duas devotas permaneceram no altar durante a cerimônia.

No final da Missa, membros da comunidade distribuíram pães de Santo Antônio aos participantes da celebração. Cada unidade do pão estava embalada em uma sacola e com adesivo em homenagem ao Padroeiro. Todo processo de embalagem e separação dos pães, contou com protocolos sanitários em prevenção ao nosso coronavírus.

Após o evento, aconteceu um cortejo com a imagem de Santo Antônio sendo transportada em um automóvel, e com membros da comunidade em carreata, seguindo pelo centro da cidade, passando em frente à Igreja Nossa Senhora do Bonfim, e parando em frente a casa da Tide, onde aconteceu um momento de oração. Para finalizar, os fiéis fizeram um instante de fé no pátio da Igreja Santo Antônio do Córrego da Serra. A Missa foi transmitida pela Rede Notícia, às 7h30.

» Marlon Oliveira com os quadros em homenagem às duas lideranças da Igreja Santo Antônio: Matilde Cleta Veridiana dos Santos, mais conhecida como Tide, e Marilza Rodrigues Lourenço

O pão de Santo Antônio

A história do Pão de Santo Antônio remete a um fato curioso. Antônio comovia-se tanto com a pobreza que, certa vez, distribuiu aos pobres todo o pão do convento em que vivia. O frade padeiro ficou em apuros, os pães tinham sido ‘roubados’. Atônito, foi contar ao santo o ocorrido. Este mandou que verificasse melhor o lugar em que os tinha deixado. O Irmão padeiro voltou estupefato e alegre: os cestos transbordavam de pão, tanto que foram distribuídos aos frades e aos pobres do convento. Por conta disso, católicos remetem à fartura, ao pão do Santo Antônio.

123 anos de devoção da Igreja Santo Antônio do Córrego da Serra

Com 123 anos de devoção, a primeira igreja de Nova Venécia, a Igreja Santo Antônio teve início em forma de uma capelinha, erguida no século XIX em 1898, pelo italiano Angelo Piobin, em um terreno, após a ponte da propriedade de seu Argiro Wesphal.

O italiano foi embora e o lote onde estava construída a capelinha, foi vendido para o seu Claudiano Rodrigues do Nascimento, pai de seu Zenóbio Líbano Rodrigues, que era casado com a dona Rosa Carloni.

Uma curiosidade é que, o Leão de São Marcos, que veio para Nova Venécia, ficou guardado na Igreja Santo Antônio, já que a Matriz de São Marcos ainda não tinha sido construída..

 


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