Militares levam alimentos e profissionais de saúde a comunidades indígenas

Militares levam suprimentos, alimentos e profissionais de saúde a indígenas

Ação beneficiou cerca de 2 mil indígenas. Foto: Forças Armadas

O Governo Federal tem reforçado o enfrentamento à Covid-19 nas comunidades indígenas da fronteira do Brasil. Entre os dias 17 e 20 de julho, a Missão Tiríos, uma ação conjunta dos ministérios da Saúde, da Justiça e da Defesa, levou nove toneladas de alimentos, suprimentos médicos e profissionais de saúde para as comunidades indígenas do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Amapá e Norte do Pará.

A ação beneficiou cerca de 2 mil indígenas das etnias Tiriyó e Kaxuyana, que vivem nas Terras Indígenas Parque do Tumucumaque e Paru D’Este, entre os estados do Pará e Amapá, na fronteira com o Suriname. As Equipes Multidisciplinares de Saúde contaram com o reforço de profissionais da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, do Dsei Amapá e Norte do Pará e do governo do estado do Amapá, por meio da Secretaria Estadual de Saúde.

Foram destinadas pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde, 2,5 toneladas de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, como antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos, para reforçar o estoque do Dsei.

“A Missão Tiriós é mais uma etapa importante da parceria com o Ministério da Defesa e apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. O trabalho incluiu profissionais e logística das Forças Armadas, com apoio total do Dsei. O Ministério da Saúde enviou medicamentos e testes. Foram realizados atendimento com profissionais, incluindo pediatra, ginecologia, clínico geral, infectologia, além de testagem para Covid-19 e outras ações relacionadas à Atenção Primária e Especializada”, destaca o Secretário Especial de Saúde Indígena, Robson Santos da Silva.

Ao todo, 1.991 indígenas receberam atendimento com as equipes multidisciplinares. Foram realizados 433 testes rápidos, sendo que 91 indígenas testaram positivo e receberam acompanhamento dos profissionais.

 

Com informações dos Ministérios da Defesa e da Saúde

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