Médica veneciana explica a importância da vacina da gripe

De acordo com a alergista, Karla Delevedove, a imunização contra Influenza é tão importante quanto a da Covid-19, inclusive, para evitar a contaminação concomitante pelo Coronavírus, o que aumenta as chances de uma pior evolução. A informação é da Rede Notícia.

“A gripe provocada pelo vírus Influenza afeta o sistema respiratório e é de alta transmissibilidade, podendo causar complicações e até o óbito”. A afirmação é da médica alergista, Karla Delevedove, que recomenda a vacinação contra a doença. Karla explicou que a vacina da gripe é tão importante quanto a da Covid-19, inclusive, para evitar a contaminação concomitante pelo Coronavírus, o que aumenta as chances de uma pior evolução.

“Os sintomas das duas doenças são bem semelhantes: tosse, febre, dores musculares, dor de garganta e cabeça, vômitos e diarreia, também fazem parte do quadro de sintomas provocados pelo Influenza”, disse Karla.

No Espírito Santo, cerca de 1,5 milhão de pessoas integram o público-alvo da campanha de vacinação contra a Influenza, que é a vacina da gripe. A imunização acontece todo ano e, independente da vacina de covid-19, deverá ocorrer normalmente até o dia 9 de julho.

Entenda a vacina da gripe

A vacina aplicada na rede pública, pela campanha de vacinação do SUS, é a Trivalente, ou seja, ela protege contra os 3 sorotipos mais comuns do vírus e é ofertada para quem faz parte dos grupos de risco.

Já a vacina aplicada nas clínicas particulares é a quadrivalente, ou seja, ela protege contra os 4 sorotipos mais comuns do vírus e é recomendada para qualquer pessoa que esteja na faixa etária indicada e sem restrições vacinais.

A médica disse que qualquer uma das vacinas, tanto a da rede pública quanto a aplicada na rede particular, são produzidas com vírus inativo, portanto, não causam a doença.

A campanha de vacinação

A novidade deste ano é a ordem do público vacinado. Dessa vez, os idosos não serão os primeiros a receber a vacina. A imunização começou pelas crianças (de 6 meses a menores de 6 anos de idade), gestantes, puérperas (mulheres que deram à luz recentemente), povos indígenas e trabalhadores da saúde, por orientação do Ministério da Saúde.

Somente depois que esses grupos forem vacinados é que as pessoas, a partir de 60 anos, serão imunizadas.


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