Loteadora aposta em garantia de reembolso para facilitar vendas em tempos de crise

A CBL (Companhia Brasileira de Lotes) tem apostado na garantia de reembolso para estimular as vendas no Espírito Santo, mantendo o crescimento do setor registrado no Estado nos últimos anos. Até 30 de junho, a CBL garante a devolução de 100% dos valores empregados na aquisição de lotes caso os compradores tenham dificuldades financeiras em razão da crise decorrente da covid-19 e desistam do investimento. É a primeira vez que uma ação desse tipo é realizada pela Companhia desde a sua fundação, em 2008.

“As pessoas precisam ter a tranquilidade de saber que estão tomando a decisão certa, ainda mais em um momento tão desafiador como o que estamos vivendo, quando ninguém sabe ao certo o que vai acontecer daqui a alguns meses ou no ano que vem, incluindo o comportamento da economia e as políticas financeiras do país”, argumenta o Diretor Executivo Marcos Batista.

Segundo os dados mais recentes do setor de lotes, divulgados pela Aelo (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano), foi registrado um crescimento de 25,8% no país no primeiro semestre de 2019, em comparação ao mesmo período de 2018.

“Com ou sem covid-19, investir em lotes sempre foi um bom negócio, principalmente por conta da segurança envolvida. Comprando um lote, você não perde 10% ou 15% num único dia se a bolsa de valores cair, nem vai perdê-lo porque a economia vai ladeira abaixo ou porque, hipoteticamente, o governo decidiu confiscar a poupança”, argumenta Marcos.

Ainda segundo o Diretor Executivo, o momento é “extremamente favorável” para investir em lotes porque a taxa Selic está muito baixa. Além disso, historicamente comprar lotes apresenta vantagens por fatores como valorização (principalmente se forem feitos investimentos dentro e fora do terreno); baixo custo de manutenção (normalmente resumido a IPTU, limpeza e jardinagem); aumento do patrimônio do comprador (facilitando a obtenção de crédito em bancos e instituições financeiras); rentabilidade (já que o lote pode ser vendido ou locado) e liquidez, uma vez que vender lote, normalmente, é bem mais fácil do que um imóvel pronto, por exemplo.

“Com a Selic em baixa, os investimentos em renda fixa perdem competitividade. Nesse contexto, caso a pessoa deixe o dinheiro no banco, a depender da aplicação, dificilmente vai conseguir mais do que o índice da inflação no ano. Já com investimentos em renda variável, como bolsa de valores e fundos de investimento, ainda pode-se ganhar muito dinheiro. Mas nem todos querem correr o risco de também perder muito dinheiro em tempo recorde. Algo que ficamos sujeitos quando optamos por essa modalidade”, comenta.

Nos últimos anos, a CBL apostou em loteamentos no Norte capixaba, com destaque para Aracruz, Linhares, Nova Venécia e Colatina. Entretanto, a empresa vê tendência de crescimento desse mercado também em municípios da Grande Vitória, como Viana, Serra e, em especial, Vila Velha – todos com loteamentos lançados. “Vila Velha é a bola da vez. Há um fortíssimo potencial de crescimento na região Sul, nas intermediações da Darly Santos, Rodovia do Sol, Shopping Boulevard e Vale Encantado”, conclui.


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