“Lista de Fatos” mostra que EUA atuaram para difamar a governança chinesa em Hong Kong


Da Rádio Internacional da ChinaO Ministério das Relações Exteriores da China divulgou hoje (24) uma lista de fatos que mostram a interferência dos Estados Unidos nos assuntos de Hong Kong e seu apoio às forças anti-China.

A lista tem cinco partes e listou 102 fatos de interferência estadunidense nos assuntos de Hong Kong, incluindo publicar leis relacionadas a Hong Kong, aplicar as chamadas sanções, abrigar e apoiar elementos anti-China e desestabilizadores, reunir aliados para intervir nos assuntos de Hong Kong, entre outros. A lista mostra quão inescrupulosa é a Casa Branca para difamar a governança chinesa em Hong Kong.

Através desta lista, podemos ver a atitude ambígua ridícula dos EUA em questões sobre democracia, liberdade, direitos humanos e estado de direito. Os EUA sempre usaram esses pretextos para interferir nos assuntos de Hong Kong e atacar a Lei sobre a Salvaguarda da Segurança Nacional na região, além de atrapalhar o aperfeiçoamento do sistema eleitoral da RAEHK. No entanto, o próprio país tem recordes ruins nestas áreas.

Atualmente, em todo o mundo se encontram caos e fatos de violação da democracia, direitos humanos, liberdade e estado de direito causados pelos EUA. O “defensor dos direitos humanos” é justamente o seu maior violador. A lista de fatos publicada pelo China pode servir como um espelho para os EUA verem sua imagem falsa de “pregador dos direitos humanos”.

O povo chinês não cria problemas, mas também não se acovarda diante deles. A tentativa dos EUA de frear o desenvolvimento da China por meio de perturbar Hong Kong não terá sucesso. A Lei sobre a Salvaguarda da Segurança Nacional em Hong Kong recuperou a segurança e a estabilidade da região, além de ter promovido a transformação da cidade, tirando-a da turbulância para a tranquilidade e revitalização. Com o andamento estável das eleições, o princípio de “governança de Hong Kong por patriotas” será implementado e o de “um país, dois sistemas” aperfeiçoado de modo a garantir a paz duradoura da região.

Tradução: Florbela Guo
Revisão: Erasto Cruz

Hong Kong

Hong Kong (Foto: Reuters)