Grupo de Puebla denuncia ações contra Cuba, Venezuela e Nicarágua


Um apelo para defender Cuba, Venezuela e Nicarágua da agressão e ingerência externa foi lançado nesta quarta-feira (10) pelo Grupo de Puebla, uma aliança progressista composta por personalidades de 17 nações.

O Manifesto progressista, publicado no sítio do grupo na Internet na quarta-feira, denuncia que “vários países da região têm sido alvo de ações de desestabilização através da imposição de bloqueios, sanções econômicas e políticas unilaterais contrárias ao direito internacional”.

“Essas posições anacrônicas e ultrapassadas  são ainda mais graves no contexto da crise da saúde, pois afetam o acesso a insumos, medicamentos e meios para conter a pandemia”, diz o documento. 

O Grupo de Puebla considerou “estas posições como agressões aos segmentos mais vulneráveis ​​de nossos povos, bem como uma ameaça ao processo de integração. O progressismo promove soluções de acordo com a resolução pacífica dos conflitos, a não intervenção e o apoio às soluções. Democrático, pacífica e negociada “.

O Manifesto também denuncia os efeitos sociais do modelo neoliberal apoiado no financiamento do capital, no qual são promovidas a extrema desigualdade e a precariedade do mercado de trabalho. O Estado de bem-estar e a democracia são enfraquecidos, os direitos sociais são prejudicados e o meio ambiente e tende a levar a crises econômicas recorrentes.

Recentemente o Grupo de Puebla, no qual se destaca a participação de vários presidentes e ex-presidentes do continente, exigiu o acesso universal, gratuito e imediato às vacinas contra a Covid-19 em setores com menos recursos econômicos.

As informações são do jornal Granma.

Integrantes do Grupo de Puebla

Integrantes do Grupo de Puebla (Foto: Reprodução/Grupo de Puebla)

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