Espírito Santo começa a considerar aulas remotas como carga horária letiva

Alunos da rede estadual de ensino têm atividades remotas através do Programa EscoLAR

O Governo do Espírito Santo vai passar a considerar as atividades remotas desenvolvidas na rede estadual de educação como carga horária letiva a partir desta quarta-feira (1º).

A frequência dos estudantes também será monitorada.

Desde o início de abril, em virtude da pandemia do novo coronavirus, os alunos da rede estadual de ensino têm atividades remotas através do Programa EscoLAR, com transmissão de videoaulas, por meio de canais de televisão e/ou por meio de redes sociais.

Antes, a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) dizia que havia uma previsão de essas atividades não fosse contabilizadas como dia letivo pelo fato do Espírito Santo já ter uma carga horária acima do que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Em coletiva para anunciar a mudança, o secretário estadual de Educação, Vitor de Angelo, explicou que a medida deve ajudar a engajar alunos que não aderiram à modalidade remota de ensino até agora.

“Temos recebido muito feedback, por muitos canais, tanto de alunos e professores, que ou não aderiram [à modalidade remota] porque não era carga horaria e tinham equivocadamente a informação de que não era pra valer. E eles não serão prejudicados, mas isso não favorecia o engajamento dos alunos”, explicou o secretário.

As diretrizes operacionais que passam a valer com a retomada do calendário letivo estão disponíveis no site da Sedu.

Leia mais

Leia também