Espírito Santo começa 3ª fase de vacinação contra gripe: veja público-alvo

 

O Espírito Santo começou, nesta quarta-feira (9), a terceira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe.

Nessa fase, serão vacinadas pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, profissionais da segurança e salvamento, caminhoneiros, rodoviários, portuários, funcionários do sistema prisional e a população carcerária.

Segundo a Secretária de Estado de Saúde (Sesa), a expectativa é que 431.904 capixabas sejam imunizados.

Para ser vacinado será preciso apresentar documentos que comprovem a atividade profissional ou a comorbidade, emitidos de 2018 em diante, além de um documento de identificação com foto.

A campanha de vacinação contra a gripe teve início em abril. Nas primeiras duas fases, foram vacinadas crianças de até seis anos de idade, gestantes e puérperas, indígenas, trabalhadores de saúde, idosos e professores.

Até a terça-feira (8), 440.871 doses haviam sido aplicadas, resultando em uma cobertura vacinal de 28,4%, segundo dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização.

Pessoas com Comorbidades: Doença respiratória crônica; doença cardíaca crônica; doença renal crônica; doença hepática crônica; doença neurológica crônica; diabetes; imunossupressão; obesidade grau III; transplantados e pessoas com trissomias.

Documentos:

  • Laudo médico indicando a comorbidade ou a condição existente;
  • Declaração do enfermeiro do serviço de saúde onde o usuário faz acompanhamento;
  • Laudo emitido por nutricionista no caso de obesidade mórbida;
  • Poderão ser utilizados os cadastros já existentes dentro das Unidades de Saúde. Pacientes que são atendidos na rede privada ou conveniada deverão seguir as orientações acima referidas.

Pessoas com deficiência: Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas; Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir, mesmo com uso de aparelho auditivo; Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar, mesmo com uso de óculos; Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar etc.

Documentos:

  • Laudo médico indicando a deficiência existente;
  • Declaração do enfermeiro do serviço de saúde onde o usuário faz acompanhamento;
  • Cartão de gratuidade no transporte público que indique condição de deficiência permanente;
  • Documentos comprobatórios de atendimento da pessoa com deficiência permanente em centros de reabilitação ou unidades especializadas no atendimento de pessoas com deficiência;
  • Documento oficial de identidade com a indicação da deficiência que indique se tratar de pessoa com deficiência permanente;
  • Poderão ser utilizados os cadastros já existentes dentro das Unidades de Saúde. Além disso, para as condições de evidente deficiência permanente, isenta-se o usuário da apresentação de documento comprobatório.

Caminhoneiros: Motorista de transporte rodoviário de cargas definido no art. 1º, II da Lei nº 13.103, de 2 de março de 2015, que trata da regulamentação da profissão de motorista.

Documento que comprove o exercício efetivo da função de motorista profissional do transporte rodoviário de cargas (caminhoneiro).

Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso: motoristas e cobradores.

Documento que comprove o exercício efetivo da função de motorista/cobrador profissional do transporte de passageiros.

Trabalhadores portuários: qualquer trabalhador portuário, incluindo os funcionários da área administrativa.

Documento que comprove o exercício efetivo da função de trabalhador portuário.

Forças de Segurança e Salvamento: policiais federais, militares, civis e rodoviários; bombeiros militares e civis; e guardas municipais

Documento que comprove sua vinculação ativa nas forças de segurança e salvamento.

Forças Armadas: membros ativos das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica).

Documento que comprove sua vinculação ativa com o serviço de forças armadas ou apresentação de declaração emitida pelo serviço onde atua.

População privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas: o planejamento e a operacionalização da vacinação nos estabelecimentos penais deverão ser articulados com a Secretaria da Justiça (Sejus), conforme a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) e a Política Nacional de Atenção ao Adolescente e Jovem sob medidas socioeducativas.

 

 


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