Escolas Estaduais aderem ao ‘Dia D + Tecnologia’

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A Secretaria da Educação (Sedu) elaborou uma agenda de ações, com o objetivo de fomentar a cultura digital nas escolas, e uma delas é o “Dia D + Tecnologia”. Neste dia, as unidades de ensino devem apresentar em todos os turnos as ações, atividades e projetos pedagógicos, envolvendo tecnologia já desenvolvidas ou em andamento, bem como outras ações relacionadas ao tema. O período para realização dessas atividades teve início no dia 04 de abril, e segue até a próxima quinta-feira (14).

O “Dia D + Tecnologia” na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Antônio Carneiro Ribeiro, de Guaçuí, os alunos aprenderam sobre mapas, na disciplina de Geografia, por meio da ferramenta Google Maps.

Já os estudantes da Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Centro Interescolar (CEI) Áttila de Almeida Miranda, localizada em Cachoeiro de Itapemirim, aprenderam progressão aritmética, por meio de um quis. Para essa atividade, os alunos utilizaram os chromebooks, com a supervisão da professora Gisely Costa. “Em grupos, os estudantes puderam criar soluções para resolver as questões, assim, pude mapear o nível de conhecimento deles, por meio da tabulação dos resultados e ranking”, explicou a professora.

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) José Damasceno Filho, localizada em Baixo Guandu, elaborou a ação denominada “Uso potencializador do Instagram e o gênero digital post na aplicação de atividades Epilinguísticas”. As atividades aplicadas buscam usar o Instagram como suporte para o ensino com a abordagem epilinguística, e junto, trabalha-se o gênero digital post.

A atividade foi elaborada pelo professor de Língua Portuguesa e Inglesa, Bruno Henrique Castro de Souza. Com o auxílio da Internet liberada aos alunos para este fim, foi possível acessar o perfil @brunosousacoms que traz dicas de gramática. Os alunos acessaram os posts para realizar as atividades epilínguísticas sugeridas.

“A ação contribuiu para que os alunos pudessem compreender que é preciso manter-se pensativo e reflexivo. Que a língua que usamos no dia a dia pode ser usada de forma a fazer substituições e, dessa forma, nos proporcionar um jogo de pensamento que contribui para a construção textual”, explicou o professor.

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