Em um mês, atiradores mataram 41 pessoas nos EUA


247 Há uma onda de ataques nas últimas semanas nos Estados Unidos. Nesta sexta-feira (16), um atirador matou oito pessoas a tiros e feriu outras seis em um prédio da empresa de entregas FedEx em Indianápolis, no estado de Indiana. Com isso, chega a 40 o número de pessoas que foram vítimas de atiradores no país em cerca entre março e abril. A reportagem é do portal G1. 

 No meio de março, oito pessoas foram assassinadas em três casas de massagens na região de Atlanta. Esse crime chamou a atenção para a possibilidade de perseguição contra pessoas asiáticas nos EUA.

A reportagem relata que menos de uma semana depois, dez pessoas foram assassinadas quando um atirador abriu fogo em uma mercearia na cidade de Boulder, no estado do Colorado. No fim de março, um homem armado matou quatro pessoas (entre elas, uma criança de 9 anos) em uma corretora de imóveis no sul da Califórnia.

Em abril, antes do incidente em Indiana, um homem matou seis pessoas em sua vizinhança –seus vizinhos (um médico, a esposa dele e dois netos que estavam na casa), um técnico de ar e uma outra pessoa na cidade de Rock Hill, na Carolina do Sul.

 No mesmo dia, um atirador abrir fogo em uma loja de móveis em Bryan, no Texas. O criminoso era funcionário da empresa e foi preso após trocar tiros com policiais. Uma pessoa morreu. Na segunda-feira (12), quatro pessoas foram mortas em uma escola de ensino médio em Knoxville, no Tennessee. Um aluno foi baleado e morto após abrir fogo contra policiais, e um agente ficou ferido.

Além dessas 41 vítimas, também morreram pelo menos três dos atiradores: o dos crimes em Indianápolis, Carolina do Sul e Tennessee.

"Um país que mata presidentes eleitos como Abraham Lincon, James Abraham Garfield, John Fritsgerald Kennedy, persegue e mata os seus como no macarthismo, vive com o dedo no gatilho. O atirador de Las Vegas, que fuzilou 59 pessoas, ferindo mais de 100 outras, estava com dez fuzis no quarto do hotel, de onde disparou contra 40 mil pessoas que se divertiam num show", diz o colunista Laurez Cerqueira; "Os Estados Unidos deixaram de ser referência de sociedade há muito tempo. Eles hoje são referência bélica, de ganância, de doenças sociais mais graves decorrentes da decadência do capitalismo"

"Um país que mata presidentes eleitos como Abraham Lincon, James Abraham Garfield, John Fritsgerald Kennedy, persegue e mata os seus como no macarthismo, vive com o dedo no gatilho. O atirador de Las Vegas, que fuzilou 59 pessoas, ferindo mais de 100 outras, estava com dez fuzis no quarto do hotel, de onde disparou contra 40 mil pessoas que se divertiam num show", diz o colunista Laurez Cerqueira; "Os Estados Unidos deixaram de ser referência de sociedade há muito tempo. Eles hoje são referência bélica, de ganância, de doenças sociais mais graves decorrentes da decadência do capitalismo" (Foto: Laurez Cerqueira)

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