Em todo o Espírito Santo, apenas um médico comparece para fazer perícia do INSS

O profissional trabalha na agência do INSS em Linhares, no norte do Estado. De acordo com o Instituto, todos os 12 consultórios que realizam perícia no Espírito Santo estão preparados.

Agência do INSS em Vitória está preparada para receber atendimentos de perícia — Foto: Carlos Palito/ TV Gazeta

Apenas um médico compareceu para trabalhar na perícia do INSS no Espírito Santo nesta sexta-feira (18). O profissional trabalha na agência de Linhares, no norte do Estado.

De acordo com o gerente executivo do INSS no Espírito Santo, William Marinot, todos os 12 consultórios que realizam perícia no Estado estão prontos para realizar o serviço, adequados dentro das exigências que foram feitas pelos médicos.

No entanto, se não está acontecendo o atendimento, isso não depende mais do INSS, segundo Marinot.

“A perícia médica é federal, separada do INSS, tem carreira própria. Essas questões deveriam ser feitas à carreira. Fizemos todos os protocolos de segurança que estavam previstos, agora só depende do retorno dos peritos médicos às agências”, explicou.

Nesses locais, foram instalados barreira acrílica para separar médico e paciente, pia com sabonete e papel toalha, recipientes com álcool em gel, e foram disponibilizados máscaras de três camadas, luvas, toucas, capotes e todos os equipamentos necessários para o atendimento dos segurados com segurança.

Em Vitória, na recepção, os cidadãos precisam passar por um detector de metais e ter a temperatura aferida por um termômetro. Um recipiente com álcool em gel foi disponibilizado na entrada.

Outras sete agências também estão equipadas e prontas para receber os atendimentos, nos municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Guarapari, Linhares, São Mateus, Vila Velha e Santa Teresa.

A agência da Serra está passando por adequações finais para receber os atendimentos. E as agências de Cariacica, Mimoso do Sul e Montanha ainda não abriram porque o quadro de funcionários tem muitas pessoas no grupo de risco do coronavírus.

“Não abrimos ainda por questões administrativas. Nosso grupo de risco é muito alto do setor administrativo, por isso a gente não teria como abrir essas agências neste momento”, pontuou Marinot.

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