Delma Ker é destaque em debate sobre a educação especial no Fórum Estadual da Undime

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A secretária de Educação de Barra de São Francisco, Delma do Carmo Ker e Aguiar, participou nesta quarta-feira, 1º como uma das debatedoras do XVI Fórum Estadual Extraordinário da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), que acontece até esta quinta, 2 de junho, no Sesc/Guarapari.

O evento tem como tema “A Educação Pública no contexto político e pedagógico”.

Mãe de um adolescente autista, Delma vai participar da Mesa de Debate sobre ‘Educação Especial e os desafios em sala de aula”. O tema, inclusive, tem sido foco da educação municipal neste início de ano, já que a rede municipal de ensino abriga cerca de 300 alunos e alunas com necessidades especiais.

“Participar do XVI Fórum Estadual da UNDIME discutindo Educação no contexto político e pedagógico e ainda ter a honra de compartilhar a mesa com excelentes palestrantes, defendendo a política da educação pública e seus desafios na Educação Especial foi uma honra. Sinto-me grata a Deus por poder compartilhar experiência e saberes enquanto aprendo sempre que ninguém pode ser definido por um laudo, um CID, um rótulo”, disse a educadora.

“Somos essencialmente potência enquanto seres humanos típicos ou atípicos e quando a família e escola jogam do mesmo lado a favor do aprendizado, da autonomia, do respeito e da disciplina de todos os alunos inclusive os que tem deficiência a INCLUSÃO naturalmente acontece”, observa.

“Minha gratidão ao prefeito Enivaldo dos Anjos por nos confiar o trabalho à frente da educação municipal de Barra de São Francisco e me sinto honrada em todas oportunidades de dizer que represento o meu município, Barra de São Francisco.”

Delma concluiu seu mestrado recentemente e a defesa foi apresentar as dificuldades de interação entre a família e a escola, principalmente quando o aluno com deficiência vai se desenvolvendo e abandona a vida acadêmica por não encontrar adaptações, não apenas físicas, nas escolas, mas também adaptações curriculares e nas metodologias de ensino por parte das instituições.

“Esse paradigma precisa ser rompido, uma vez que uma criança ou adolescente com deficiência não se define por um laudo. Existem várias outras características nesse ser humano que precisam ser potencializados pela Educação”, explica.

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