Declaração dos EUA sobre Hong Kong é “ridícula”, diz mídia chinesa


Os EUA divulgaram nesta sexta-feira (16) uma declaração, reprovando, infundadamente, o julgamento justo do tribunal da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK) de vários insurgentes e exigiram a liberação destes criminosos. Em declaração, a parte norte-americana usa com frequência as palavras “liberdade”, “democracia” e “paz”, a fim de embelezar os crimes de pessoas como Jimmy Lai, que quis separar o país e abalar a ordem de Hong Kong, assim como difamar a legitimidade do julgamento do tribunal da RAEHK, escreve a Rádio Internacional da China.

A parte norte-americana deve estar ciente de que sua declaração ridícula e suas ações hegemônicas comprovam exatamente os crimes de Jimmy Lai e outros perturbadores, que prejudicaram a segurança nacional em ligação com forças externas, bem como refletem a violência norte-americana da lei internacional e sua interferência nos assuntos internos da China. Essas condutas e falas minam, realmente, os conceitos de liberdade, democracia, paz e administração conforme a lei.

A declaração descreveu os criminosos de Hong Kong como “líderes democráticos”, mas eles danificaram a democracia da região, de fato. Eles participaram ou conduziram, por trás dos bastidores, as “assembleias pacíficas”, que foram certamente “aglomerações ilegítimas”.

O julgamento equitativo e o sentenciamento apropriado do tribunal de Hong Kong sobre os perturbadores mostraram plenamente o espírito de administração conforme a lei da região e também a resposta aos apelos do público local.

Os EUA, vangloriado por ser um “estado de direito”, desobedeceram ao princípio de não interferência em assuntos alheios e até exigiram a liberação de criminosos, o que foi um espezinhamento grosseiro no espírito da governança com base na lei.

A situação geral de Hong Kong já está clara e o julgamento dos insurgentes seguirá em andamento. As interferências e as calúnias norte-americanas mostrarão ao mundo que suas tentativas são disturbar Hong Kong e prejudicar a China.

Manifestantes em Hong Kong, China, com bandeira dos Estados Unidos.

Manifestantes em Hong Kong, China, com bandeira dos Estados Unidos. (Foto: Anushree Fadnavis/Reuters)

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