Criminosos se passam por fiscais para extorquir dinheiro de comerciantes em Colatina

Comércio de Colatina

Donos de bares e restaurantes de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, estão recebendo ligações de golpistas se passando por agentes da Vigilância Sanitária. Os casos foram registrados na Prefeitura do município.

Uma das vítimas foi o empresário Marcos Antônio Ferraço, dono de um restaurante. Ele contou que uma funcionária recebeu uma ligação de um homem que dizia ser médico da Vigilância Sanitária.

“Ele falou que seria feita uma fiscalização naquele determinado dia. Pediu que o proprietário da empresa entrasse em contato com ele para que a gente tivesse uma conversa e resolvesse aquela situação de forma amigável, para não nos trazer nenhum transtorno durante a fiscalização”, contou o empresário.

Desconfiado das informações passadas pelo golpista, o empresário decidiu procurar a Prefeitura e também o Corpo de Bombeiros sobre a suposta fiscalização. Ao informar o nome dado pelo suposto médico, ele descobriu que o homem não era funcionário da Vigilância Sanitária.

“Eles entraram em contato pelo nosso número comercial e não o número que a gente têm registrado no nosso contrato social. O outro fato é que ele não sabia o nome dos proprietários da empresa. A gente buscou a Vigilância Sanitária de Colatina e esse médico não existia”, contou Marcos.

A Secretaria de Saúde do município disse que foi procurada por outros comerciantes relatando a tentativa de extorsão por golpistas que se passavam por fiscais.

A secretária de saúde do município, Kamila Roldi, esclareceu que esse tipo de abordagem não é o padrão. Os fiscais não recebem e nem cobram dinheiro durante as ações da Prefeitura.

“Nossa rota é traçada na hora de começar o expediente, justamente para não ter nenhum tipo de favorecimento. A gente atende as demandas de denúncias também. Os nossos servidores estão sempre identificados com um crachá com foto e com o emblema da Prefeitura. O fiscal nunca recebe dinheiro do estabelecimento. Ele sempre lavra um auto de infração, se for o caso”, explicou a secretária.

Kamila acrescentou que, caso um comerciante receba esse tipo de abordagem, a Prefeitura da cidade deve ser procurada.

Fonte: G1 ES

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