Covid-19: estudos mostram que o vírus também circula no ar

Estudos publicados nas últimas semanas confirmam que o novo coronavírus também circula no ar — e tempo relativamente longo.

Ele pode ficar suspenso no ambiente por até três horas, depois de expelido por uma pessoa contaminada, de acordo com o New England Journal of Medicine.

O Massachussets Institute of Technology publicou na revista da Associação Médica Americana, a Jama, que o novo coronavírus também pode cobrir distâncias de 7 a 8 metros, ao ser transmitido por meio do espirro de alguém infectado.

Por isso, ganha força a recomendação para que todos usem máscaras quando saírem à rua, forem fazer compras ou permanecerem no trabalho.

Ouvida pela BBC sobre o assunto, a OMS afirmou: “Estamos estudando as novas evidências científicas e prontos a mudar de posição, se necessário.”

Até agora, a OMS recomenda o uso de máscara para pessoas com sintomas semelhantes aos da Covid-19 e aquelas que cuidam de pessoa igualmente sintomáticas ou com a doença diagnosticada.

Alguns países acharam mais prudente adiantar-se à OMS. Na Áustria, a partir da semana que vem, será obrigatório o uso de máscaras para entrar em supermercados. Na Eslováquia e República Tcheca, ninguém poderá sair de casa sem máscara.

Como noticiamos mais cedo, o governo americano esteve perto de recomendar de uso de máscaras de panos, segundo o New York Times. No entanto, isso ainda não ocorreu.

Leia mais

Combate a crimes e desmatamento estão na mira de operação na Amazônia Legal

Operação Verde Brasil 2 vão ocorrer na faixa de fronteira, nas terras indígenas, nas unidades federais de conservação...

PM apreende motocicleta com adulterações em Anchieta

Na tarde desta sexta-feira (24), policiais militares da...

Boa notícia: Barra de São Francisco e cidades vizinhas terão atendimento do Samu

Cidades do Norte e Noroeste do Espírito Santo também vão ter o atendimento de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Foram publicados no...

Estudo ponta que pescados da foz do Rio Doce ainda estão contaminados com metais pesados

Desde o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG), em 2015, rejeitos de minério contaminam o Rio Doce. Por Luiz Zardini, TV Gazeta Um artigo...

Leia também