Conheça os principais símbolos nacionais presentes na comemoração da Independência

Conheça os principais símbolos nacionais presentes na comemoração da Independência

Hasteamento da Bandeira Nacional. Foto: Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

 

“Já podeis, da Pátria filhos, ver contente a mãe gentil. Já raiou a liberdade, no horizonte do Brasil”. Com essas estrofes começa o Hino da Independência do Brasil, que comemora a liberdade do País após Dom Pedro I, em 7 de setembro de 1822, ter proclamado o Brasil independente de Portugal na Província de São Paulo, às margens do Rio Ipiranga e cercado pela guarda imperial.
 
Uma curiosidade é que a composição da melodia é do próprio Dom Pedro I. A letra de Evaristo da Veiga exalta a bravura do povo brasileiro e clamor pela Pátria livre na repetição dos versos “Ou ficar a pátria livre. Ou morrer pelo Brasil”.
 
A exemplo do Hino da Independência, o Hino Nacional também é celebrado na Semana da Pátria e guarda particularidades. Ele teve outros títulos antes de chegar a denominação de Hino Nacional. É um dos quatro símbolos oficiais da República estabelecidos na Constituição. Os demais são a Bandeira Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional.
 
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O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, lembrou que há 198 anos, Dom Pedro I, às margens do Ipiranga, deu início à história de um País soberano, o maior da América do Sul, pujante, miscigenado e, sobretudo, promissor. “Nossa maior riqueza é a população brasileira. Homens e mulheres trabalhadores e patriotas que nunca perderam a esperança e o otimismo”, disse.
 
Para o Vice-Presidente, Hamilton Mourão, o passado não deve ser esquecido. “Não esqueçamos jamais o sacrifício daqueles que nos antecederam. Tenhamos sempre a consciência de que nossa soberania, o destino de nossa pátria sempre estará nas mãos de cada um de nós”.
 
O ministro-chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, também destacou a importância da Independência para o País. “Não vamos esquecer que a esperança é a identidade de todos nós e que juntos vamos continuar relembrando as glórias do passado trabalhando pela paz e liberdade que queremos, comprometidos em deixar o País melhor para as futuras gerações”.
 
“Temos um compromisso com as futuras gerações. Temos que deixar para os nossos filhos uma Pátria ainda maior que a que recebemos de nossos pais”, completou o ministro da Economia, Paulo Guedes.
 
Semana da Pátria
 
Neste ano, a celebração dos 198 anos da Independência do Brasil foi um pouco diferente em função da Covid-19. Saiu do tradicional desfile na Esplanada dos Ministérios para uma cerimônia no Palácio da Alvorada, também em Brasília (DF).
 
A bordo no Rolls Royce presidencial, o Presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de crianças, seguiu da porta da residência oficial até o espelho d’água do Alvorada, onde ocorreu a solenidade. Cumprimentou e tirou fotos com populares e assistiu ao hasteamento da Bandeira,l e execução dos Hinos Nacional e da Independência.

A Esquadrilha da Fumaça, formada por sete aeronaves A-29 Super Tucano, marcou presença ao final da cerimônia. O céu de Brasília ganhou a palavra “Brasil” e um coração formado pela fumaça dos caças, representando o amor à Pátria. Houve ainda acrobacias que impressionaram o público – a maioria acompanhou por meio da transmissão feita ao vivo pela TV Brasil e pelas redes sociais do Governo. Na solenidade, participaram ministros, chefes de poderes, entre outras autoridades.
 
“Nesta data, da nossa Independência, renova-se em cada um de nós o compromisso de seguirmos construindo um país melhor, compromisso este que se torna ainda mais importante diante da luta contra o coronavírus”, ressaltou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.
 
Tradicionalmente as Forças Armadas estão envolvidas junto com a sociedade na celebração. “O 7 de Setembro foi um passo fundamental para a construção da nação brasileira”, disse o ministro da Defesa, Fernando Azevedo. “As Forças Armadas fazem parte dessa história de liberdade e amor à Pátria. Que a independência seja comemorada em todo o país e, principalmente, no coração de todos nós”, finalizou.
 
“Hoje é dia de renovarmos o nosso compromisso com a Independência e a liberdade do povo brasileiro. De valorizarmos a justiça, a segurança, a liberdade, a igualdade, a solidariedade, o crescimento e o desenvolvimento do nosso país”, pontuou o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça.
 
A Bandeira do Brasil
 
Um símbolo nacional presente em todas as celebrações da Independência é a Bandeira Nacional. Diariamente, ela é hasteada no Palácio do Planalto, no Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, e em prédios públicos.
 
Cercada de honras, ela traz algumas curiosidades. Se permanece hasteada durante a noite, deve estar devidamente iluminada. Quando várias bandeiras são hasteadas simultaneamente, a nacional é a primeira a atingir o topo e a última a descer. Em funerais, fica a meio mastro, mas antes deve subir até o topo do mastro. É considerado desrespeito à Bandeira apresentá-la em mau estado de conservação.
 
Para o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, mais do que nunca é importante respeitar os símbolos que dignificam a nossa Bandeira, Pátria e história. “Principalmente, no momento que estamos vivendo, a hora de revisitar os símbolos nacionais e abraçar nosso País”, declarou.
 
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, também destacou a valorização dos símbolos nacionais. “É hora de valorizar ainda mais nosso brasão, nossa Bandeira, nossas cores, nosso povo e nossa cultura. Valorizar também todos os demais símbolos de Independência e da riqueza de nossa Nação”.
 
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que é hora de homenagear aqueles que lutaram pela nossa liberdade. “Há muito tempo, as cores verde e amarelo não eram tão celebradas como os dias de hoje”.
 
“O verde e amarelo voltou e o nosso amor e a nossa paixão pelo Brasil estão cada dia mais fortes”, acrescentou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.
 
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Esquadrilha da Fumaça
 
Presença tradicional na comemoração do 7 de setembro, em Brasília, a Esquadrilha da Fumaça começou a fazer acrobacias sem grandes pretensões. Os voos tiveram início com um grupo de jovens instrutores da antiga Escola de Aeronáutica, do Rio de Janeiro, que, nas horas de folga, treinavam acrobacias para incentivar os cadetes a confiarem em suas habilidades e na segurança das aeronaves.
 
Em 14 de maio de 1952, foi realizada a primeira demonstração oficial do grupo. A primeira escrita foi a sigla “FAB”, nos céus da praia de Copacabana.

Reconhecida nacional e internacionalmente, desde 2013 a Esquadrilha da Fumaça faz voos nas modernas aeronaves A-29 Super Tucano. A pintura do avião tem as cores da Bandeira e sua imagem está na cauda do A-29.

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