China recebe apoio de 64 países no Conselho de Direitos Humanos da ONU


O Conselho de Direitos Humanos da ONU foi palco na última sexta-feira (12), de debates que resultaram na manifestação de apoio por parte de 64 países à China.

Cuba defendeu a promoção e preservação dos direitos humanos por meio do diálogo construtivo e da cooperação, opondo-se resolutamente à politização da questão e à aplicação de duplo critério. Em nome dos 64 países, Cuba elogiou o posicionamento do governo chinês de colocar o povo no centro para conquistar êxitos no setor. O representante cubano destacou que a Região Autônoma Uigur de Xinjiang faz parte inseparável da China. Ele instou que fossem respeitados o objetivo e o princípio da Carta das Nações Unidas, dando fim à interferência nos assuntos internos da China tendo como pretexto Xinjiang, às acusações infundadas contra o país por motivos políticos, além de parar a contenção do desenvolvimento das nações em desenvolvimento com o pretexto os direitos humanos, informa a Rádio Internacional da China.

Representantes do Sri Lanka, República Popular Democrática da Coreia, Sudão do Sul, Camarões, Azerbaijão e Costa do Marfim manifestaram seu apoio à China nas questões relacionadas a Xinjiang e a Hong Kong.

Alguns países criticam o status de direitos humanos dos outros, fechando os olhos aos próprios problemas graves no setor. Isso demonstra que a questão é apenas um instrumento deles para manipular a política, ressaltou o representante da Missão Permanente da China ao Escritório das Nações Unidas em Genebra e Outras Organizações Internacionais na Suíça, Chen Xu. Ele urgiu que estes ajustassem suas ações às suas palavras de modo a contribuir sinceramente para a cooperação internacional nos direitos humanos.

Nas últimas seis décadas, o volume econômico de Xinjiang cresceu mais de 200 vezes e a expectativa de vida aumentou de 30 anos para 72. A população uigur cresceu de 5,55 milhões para 12 milhões nas últimas quatro décadas, representando o dobro.

Nos últimos anos, mais de 1,2 mil diplomatas, representantes de organizações internacionais, jornalistas e personalidades religiosas provenientes de mais de cem países visitaram Xinjiang e conheceram a realidade da região.

Para o diplomata chinês, ninguém se preocupa mais com os direitos humanos dos chineses do que o próprio governo chinês. A China está disposta a manter diálogo e cooperação no setor com base no respeito e igualdade recíproca, e opõe-se firmemente à difamação por motivos políticos.

Bandeira da China

Bandeira da China (Foto: Reinaldo)

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