China lança Livro Branco sobre experiência do Partido Comunista no respeito e garantia dos direitos humanos


Rádio Internacional da China – O documento sobre a prática do Partido Comunista da China (PCCh) no respeito e garantia de Direitos Humanos mostra que ao longo de sua história centenária o PCCh respeita e garante os direitos humanos, persistindo sempre no princípio de “o povo acima de tudo”. Na China, considera-se que o direito à subsistência e o direito ao desenvolvimento são os direitos humanos básicos primários, e a vida feliz é o maior direito humano. Por isso, o povo chinês tem um sentimento cada vez mais forte de ser beneficiado, feliz e seguro, aponta o documento.

O Livro Branco enfatiza que, até o final de 2020, a China erradicou completamente a pobreza absoluta, antecipando em 10 anos a meta de redução da pobreza dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. A taxa de contribuição da China para a redução da pobreza do mundo chegou a 70%.

Além disso, nos últimos cem anos, o PCCh vem insistindo no caminho de desenvolvimento pacífico, defendendo a paz mundial, promovendo o desenvolvimento global através de cooperações e oferecendo sabedoria e propostas para a causa dos direitos humanos no mundo.

Um comentário publicado no site da Rádio Internacional da China lança a pergunta: Por que o PCCh pode criar “milagres” no desenvolvimento dos direitos humanos?

“Desde a sua fundação, o PCCh tem aderido firmemente ao princípio de colocar o povo em primeiro lugar, seguindo o conceito de que a vida próspera da população é o maior direito humano. Mantendo isso em mente, um desenvolvimento integral das pessoas tem sido firmemente promovido, a fim de fortalecer continuamente a satisfação, a felicidade e a segurança das pessoas. O caminho do desenvolvimento dos direitos humanos do socialismo chinês foi aberto com sucesso”.

O comentário assinala que na China, as palavras “direitos humanos” não são apenas um termo político abstrato, mas algo sentido por todos os chineses. “Do aumento constante do rendimento dos cidadãos até a ampla participação da população na vida política democrática do país; do desenvolvimento coordenado entre as regiões econômicas desenvolvidas e as regiões do interior até a prosperidade cada vez maior das áreas habitadas por minorias étnicas,  uma ‘lista de conquistas’ abrangente com ricos conteúdos na causa dos direitos humanos do país pode ser vista claramente”.

O comentário aponta a projeção internacional da ação do PCCh na questão dos direitos humanos: “Salienta-se no livro branco que a China manteve um amplo diálogo e intercâmbio sobre direitos humanos com outros países e organizações internacionais. As ações concretas do país deram um impulso positivo à governança global do setor, enriquecendo também a diversidade dos direitos humanos e das culturas”.

O documento também refuta os “ataques e calúnias” feitos por algumas forças ocidentais antichinesas, assinalando que “as conquistas obtidas pela China no desenvolvimento dos direitos humanos são a resposta mais forte”.

“Nos últimos 100 anos, o PCCh encontrou uma forma de desenvolver os direitos humanos que se adapta à realidade nacional. Isso mostra que os direitos humanos não devem ser definidos como monopólio do Ocidente. O respeito, a garantia e o desenvolvimento dos direitos humanos devem ser aplicados de maneiras correspondentes à própria realidade”, finaliza o comentário.

A China fez "milagres" na promoção dos direitos do povo

A China fez "milagres" na promoção dos direitos do povo (Foto: Mídia chinesa)

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