China diz que EUA “minam a estabilidade regional” com seus navios de guerra no Estreito de Taiwan


A China voltou a condenar em termos severos a ação desestabilizadora dos EUA ao enviar embarcações de guerra para o Estreito de Taiwan, que pertence à soberania chinesa.  

A Marinha dos Estados Unidos, por sua vez, definiu a passagem de seu contratorpedeiro pela área como “trânsito de rotina”. Os EUA alertam que nova lei da Guarda Costeira chinesa pode intensificar disputas marítimas, informou a RT.

No início de fevereiro, uma missão semelhante no Estreito de Taiwan foi realizada pelo contratorpedeiro USS John S. McCain. Em 17 de fevereiro, o USS Russell navegou dentro de 12 milhas náuticas das ilhas Spratly reivindicadas por Pequim. Além disso, os EUA também realizaram exercícios no Mar da China Meridional com o USS Theodore Roosevelt e o USS Nimitz.

A China se opôs à presença de qualquer navio da Marinha dos EUA nas ilhas do Mar da China Meridional, que considera seu território soberano. Pequim aprovou recentemente a Lei da Guarda Costeira que dá permissão direta às suas forças de defesa para usar todos os meios necessários, incluindo disparos, para evitar qualquer ameaça de um navio estrangeiro.

As reivindicações territoriais de Pequim nessas águas ricas em recursos tornaram-se um tema quente em uma relação cada vez mais irritada entre a China e os EUA. Washington denunciou as supostas tentativas de Pequim de intimidar vizinhos com interesses conflitantes. 

Por sua vez, a China denunciou repetidamente o que chamou de esforços dos EUA para desestabilizar a região e interferir no que considera ser seus assuntos internos.

(Foto: Brasil 247)

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