China critica “nacionalismo” e “politização” das vacinas


A China rejeitou a postura discriminatória e de politização por parte de alguns países em relação às vacinas contra a covid-19. 

O país socialista asiático pediu unidade global para enfrentar e erradicar a doença.

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, pediu aos países desenvolvidos que garantam o acesso equitativo aos mais pobres às vacinas,  por considerá-las “uma arma poderosa” para conter o coronavírus e salvar vidas, informa a Prensa Latina.

‘A luta global contra a Covid-19 não vai parar até que o vírus seja eliminado de cada país’, alertou o ministro das Relações Exteriores em uma entrevista coletiva, reiterando a disposição da China em manter a solidariedade e cooperação nesta questão.

Pequim forneceu vacinas gratuitas a 69 nações em desenvolvimento que precisavam com urgência, incluindo 35 da África, disse ele; e também as exportou para outros 43 países.

O gigante asiático tem atualmente 17 vacinas candidatas contra a covid-19, quatro receberam aprovação para serem comercializadas em uma base condicional e foram aplicadas a mais de 52 milhões de cidadãos desde meados de 2020.

Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi

Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi (Foto: Sputnik / Iliya Pitalev)

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