Brasileiros reafirmam em convenção solidariedade e compromisso em defesa de Cuba


Realizou-se entre os dias 3 e 6 de junho a 25ª Convenção Nacional Brasileira de Solidariedade com Cuba, em formato virtual.

Em carta assinada na cidade de João Pessoa, onde a Associação Cultural José Martí, do estado da Paraíba organizou o evento, o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba imposto há mais de seis décadas foi denunciado. 

Este bloqueio, de acordo com a carta aprovada pelos convencionais, “nunca diminuiu o espírito de luta do povo cubano que avança em seu processo de transformação, superando enormes obstáculos, como nunca antes registrados na história da humanidade”, informa a Prensa Latina.

O texto adverte que o bloqueio estadunidense a Cuba “foi sistematicamente acompanhado de ações não menos cruéis, destinadas a minar o fôlego criativo da Revolução Cubana”.

Os participantes da convenção lembraram que os EUA e seus asseclas gastam bilhões de dólares em “uma guerra ideológica assimétrica e híbrida, com o uso de recursos da mídia, subornos, espionagem e as conspirações usuais, com o objetivo de isolar Cuba”.

Tudo isso tem por consequência, segundo o documento assinado pelos ativistas da solidariedade a Cuba, tem como conseqüências perdas materiais imensuráveis ​​e a piora das condições de vida da população. 

Eles acentuam, por outro lado, que a resistência do povo ubano só aumenta, confirmando o princípio de José Martí de que a luta de ideias tem valor. 

A convenção insiste que “em um mundo marcado por profundas distorções sócio-estruturais, Cuba se destaca pela remoção dos obstáculos históricos que impedem seu desenvolvimento pleno e soberano, com foco nos interesses sociais e na construção de uma nova realidade”.

Apesar das dificuldades circunstanciais, a carta observa: “Cuba continua a dar uma solidariedade internacional indispensável, enviando pessoal médico com suas brigadas Henry Reeve para ajudar as nações irmãs, entre elas os desabrigados da assistência médica nos países ricos”.

O documento também elogia os laboratórios cubanos que produzem vacinas, entre outras, contra a Covid-19, “que são compartilhadas com os mais necessitados”.

Por fim, destaca que Cuba encontrou sua solução no socialismo e “os povos oprimidos do mundo também encontrarão respostas para superar seus problemas”.

(Foto: Granma)

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