Brasil destina R$ 4,7 bilhões em políticas de proteção a comunidades tradicionais

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Comunidades indígenas e quilombolas do estado do Maranhão já começaram a receber cerca de R$19,5 mil cestas básicas do Governo Federal. A ação faz parte do Plano de Contingência que visa a minimizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus. A previsão é destinar um total de R$ 4,7 bilhões em políticas de proteção a comunidades indígenas e povos tradicionais.

Os alimentos foram adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com R$ 45 milhões, a partir da doação de recursos do  Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). 

As cestas são compostas por arroz, feijão, açúcar, farinha de mandioca, leite em pó, flocos de milho, macarrão e óleo de soja. Serão entregues, com o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Fundação Cultural Palmares (FCP), 18.382 unidades para povos indígenas e 1.134 para quilombolas, num total de aproximadamente 429 toneladas de alimentos.

Balanço

Em maio, foram entregues 43,4 mil cestas de alimentos. As unidades foram para comunidades indígenas e tradicionais localizadas nos estados de Minas Gerais (8 mil), Rio Grande do Sul (9 mil), Paraíba (4,1 mil), Pernambuco (2,8 mil), Bahia (10,5 mil), Alagoas (400), Maranhão (270), Mato Grosso (7,8 mil), Rio Grande do Norte (179), Santa Catarina (210).

A medida beneficiará cerca de 154 mil famílias em mais de três mil comunidades indígenas espalhadas pelo País e tem o objetivo de assegurar que os índios não precisem sair das aldeias em busca de alimentos.

De acordo com a ministra Damares Alves, o Governo Federal tem somado esforços para combater os efeitos da pandemia. “Esse trabalho conjunto é fundamental para que a gente atenda da melhor forma possível as nossas comunidades indígenas e povos tradicionais. Unidos, não vamos deixar ninguém para trás”, ressaltou.

A distribuição de cestas em todo o País mobilizará 39 Coordenações Regionais da Funai, 240 Coordenações Técnicas Locais, 11 Frentes de Proteção Etnoambiental e 20 Bases de Proteção Etnoambiental. A iniciativa conta com suporte logístico do Ministério da Defesa. A Sesai é responsável pelo cumprimento dos protocolos sanitários, o que inclui a higienização dos itens.

 

Fonte: Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos 

 

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