Biden declara desastre em Oklahoma por onda de tempestades


Sputnik – O presidente dos EUA, Joe Biden, emitiu hoje (25) uma declaração de desastre para o estado de Oklahoma, no centro do país, após uma onda de tempestades de inverno que ocorreram entre os dias 8 e 20 de fevereiro.

De acordo com um comunicado emitido pela Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, “hoje [25], o presidente Joseph Biden declarou que há um grande desastre no estado de Oklahoma e ordenou que o governo federal ofereça assistência para complementar os esforços de recuperação estaduais e locais nas áreas afetadas pelas fortes tempestades de inverno de 8 de fevereiro a 20 de fevereiro de 2021″.

​O presidente dos Estados Unidos aprovou uma declaração de grande desastre em Oklahoma devido às tempestades de inverno recentes. Sobreviventes nos condados designados podem aplicar para receber assistência no site DisasterAssistance.gov. Estou trabalhando com o governador Kevin Stitt para providenciar mais recursos necessários para a recuperação do estado. Bob Fenton, administrador interino da FEMA.

A nota esclarece que a ação do presidente disponibiliza recursos federais para os indivíduos afetados nos condados de Canadian, Carter, Cherokee, Comanche, Cotton, Hughes, Jefferson, Le Flore, McIntosh, Oklahoma, Okmulgee, Osage, Pittsburg, Stephens, Tulsa e Wagoner.

“A assistência pode incluir subsídios para habitação temporária e reparos domésticos, empréstimos de baixo custo para cobrir perdas de propriedades não seguradas e outros programas para ajudar indivíduos e proprietários de negócios a se recuperarem dos efeitos do desastre”, afirmou a FEMA no comunicado.

Os recursos federais também estão disponíveis para os governos estaduais e locais e algumas organizações privadas sem fins lucrativos sobre uma base de custos compartilhados para medidas de proteção de emergência e de mitigação de risco em todo o estado.

Onda de frio deixa milhares sem energia nos EUA

Onda de frio deixa milhares sem energia nos EUA (Foto: Bronte Wittpenn/Reuters)

Leia mais

Leia também