Analistas chineses dizem que reconstrução de aliança dos EUA no G7 é “velha tática” que vai fracassar


“O mundo está observando de perto se o presidente dos EUA, Joe Biden, conseguirá promover com sucesso alianças americanas durante seu primeiro grande compromisso multilateral como presidente com líderes do Grupo dos Sete (G7) em uma reunião virtual na sexta-feira (19) para lidar com os desafios da China e da Rússia”, destaca o Global Times.

“A reunião do G7 ocorre logo em seguida à reunião dos 30 membros da Otan na quarta e quinta-feira, em que os aliados militares mais poderosos do mundo supostamente discutiram uma série de desafios, incluindo os da China e da Rússia. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, também se reuniu virtualmente na quinta-feira com seus homólogos do Japão, Austrália e Índia no âmbito do grupo Quad”.

De acordo com analistas chineses de Geopolítica, todas essas reuniões lançam luz sobre os planos estratégicos do governo Biden – os EUA não iriam alterar sua percepção de ver a China como seu principal competidor ou ir mais longe para conter a China, apesar de a comunidade internacional ter grande expectativa pelo restabelecimento dos laços entre a China e os EUA quando os líderes dos dois países compartilharam um telefonema pela passagem do Ano Novo Lunar Chinês.

“Apesar da ânsia do governo Biden por apregoar a ideia de ver a China e a Rússia como grandes rivais, os aliados dos EUA podem não seguir de perto os EUA na realização de uma nova guerra fria, já que as percepções do G7 em relação à China e à Rússia estão divididas e os EUA não podem cumprir o que precisam e querem”, disseram analistas.

Leria a íntegra em Resistência.

(Foto: Global Times)

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