37 municípios do Espírito Santo possuem alto risco de transmissão do coronavírus

Novo mapa de risco das cidades foi divulgado neste sábado (27) pelo governo do ES e valerá pelos próximos 14 dias a partir de segunda-feira (29).

Novo mapa de risco da Covid-19 no ES — Foto: Governo do ES

Ao todo, 37 municípios do Espírito Santo foram classificados como de risco alto para a transmissão do novo coronavírus, enquanto os outros 41 possuem risco moderado. O novo mapa da Matriz de Risco, divulgado neste sábado (27) pelo governo estadual, passará a valer a partir da próxima segunda-feira (29).

Na comparação com o último mapa de risco, divulgado há 15 dias, o Espírito Santo tem um município a mais entre os do grupo de risco alto. Enquanto Castelo, Iúna, Nova Venécia e Ponto Belo entraram para essa lista, os municípios de Alfredo Chaves, Ecoporanga, Itarana, Mantenópolis e Águia Branca saíram dela.

Já o número de municípios de risco moderado caiu de 42 para 41. Nenhum município do Espírito Santo possui baixo risco para a transmissão do vírus.

Municípios de alto risco para a Covid-19

  1. Afonso Cláudio
  2. Alto Rio Novo
  3. Anchieta
  4. Aracruz
  5. Baixo Guandu
  6. Boa Esperança
  7. Cachoeiro de Itapemirim
  8. Cariacica
  9. Castelo
  10. Colatina
  11. Divino São Lourenço
  12. Fundão
  13. Guaçuí
  14. Guarapari
  15. Ibiraçu
  16. Itapemirim
  17. Iúna
  18. João Neiva
  19. Marataízes
  20. Marechal Floriano
  21. Mucurici
  22. Muqui
  23. Nova Venécia
  24. Piúma
  25. Ponto Belo
  26. Presidente Kennedy
  27. Rio Novo do Sul
  28. Santa Teresa
  29. São Domingos do Norte
  30. São Gabriel da Palha
  31. São José do Calçado
  32. São Roque do Canaã
  33. Serra
  34. Viana
  35. Vila Valério
  36. Vila Velha
  37. Vitória

O mapa da Matriz de Risco define regras para o funcionamento de atividades comerciais e serviços de acordo com a classificação pelos próximos 14 dias.

Os municípios de risco alto, por exemplo, passam a ter o comércio funcionando de maneira alternada, fechando aos finais de semana.

A estratégia de mapeamento de risco teve início no dia 20 de abril, considerando apenas o coeficiente de incidência.

No dia quatro de maio, foi inserida a matriz de risco como ferramenta do mapa de risco, constando o coeficiente de incidência e taxa de ocupação de leitos de UTI.

Em 18 de maio, a matriz de risco foi ampliada com a inserção da taxa de letalidade, do índice de isolamento social e do percentual da população acima de 60 anos.

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